Quando a o Jornal Nacional da TVI fazia a sua cruzada, desvendando o Freeport soterrado pelo Poder Político PS entre o monturo de monos processuais da Procuradoria, e o fazia sustentado em factos brutos, puros, lineares, o mesmo Poder Despótico Vigente já pavimentava o fim de essa inédita coisa jornalística ousada, Abjecta apenas para si-Poder pelintríssimo e controleiraço. E aconteceu efectivamente o devido silenciamento, em hora demoníaca. Nem assim sedimentou nas psiques o transe perigoso do País. Manuela Moura Guedes foi evacuada antes que a fraca memória dos eleitores fosse refrescada com o currículo lodoso do Infelizmente-PM. Agora, a Justiça penduricalhizada por esse mesmo Poder-PS, com mais de uma década de vigência danosa e sôfrega, age em conformidade, perseguindo obliquamente Paulo Portas e os "seus" submarinos. Repare-se no timing. Note-se a oportunidade. No rescaldo dos 10%. Sob o fumo refusivo coligatório. Só por aí se infere alguma coisa a estranhar nas diligências hoje noticiadas. A Justiça manifesta-se uma arma política unívoca, pau-mandada ao serviço da Imagem Imaculada do Sexy Sádico. E se não é assim, assim parece e transparece. Tem portanto as cartas marcadas. Actua segundo critérios obscuros e ritmos estranhíssismos. Aparentemente, Portas não parece querer babujar a Maioria Relativa PS, corresponsabilizando-se coligatoriamente, com toda a certeza, por malfeitorias económicas, estercos políticos e morais, união que seria demasiado malcheirenta aos olhos dos portugueses. Portas sabe que quem votou em si nunca lhe perdoaria a transigência com o Mal Profundo que está a devastar a vida pública nacional, ocupando tudo o que mexe e esmagando tudo e todos os que lhe opõem: «Agentes do Departamento Central de Investigação Penal (DCIAP) iniciaram esta manhã buscas em pelo menos dois escritórios de advogados, no âmbito de um inquérito realacionado com a aquisição de dois submarinos pelo Estado, de acordo com a edição online da revista "Sábado".»
Categorias
Entidades
Quando a o Jornal Nacional da TVI fazia a sua cruzada, desvendando o Freeport soterrado pelo Poder Político PS entre o monturo de monos processuais da Procuradoria, e o fazia sustentado em factos brutos, puros, lineares, o mesmo Poder Despótico Vigente já pavimentava o fim de essa inédita coisa jornalística ousada, Abjecta apenas para si-Poder pelintríssimo e controleiraço. E aconteceu efectivamente o devido silenciamento, em hora demoníaca. Nem assim sedimentou nas psiques o transe perigoso do País. Manuela Moura Guedes foi evacuada antes que a fraca memória dos eleitores fosse refrescada com o currículo lodoso do Infelizmente-PM. Agora, a Justiça penduricalhizada por esse mesmo Poder-PS, com mais de uma década de vigência danosa e sôfrega, age em conformidade, perseguindo obliquamente Paulo Portas e os "seus" submarinos. Repare-se no timing. Note-se a oportunidade. No rescaldo dos 10%. Sob o fumo refusivo coligatório. Só por aí se infere alguma coisa a estranhar nas diligências hoje noticiadas. A Justiça manifesta-se uma arma política unívoca, pau-mandada ao serviço da Imagem Imaculada do Sexy Sádico. E se não é assim, assim parece e transparece. Tem portanto as cartas marcadas. Actua segundo critérios obscuros e ritmos estranhíssismos. Aparentemente, Portas não parece querer babujar a Maioria Relativa PS, corresponsabilizando-se coligatoriamente, com toda a certeza, por malfeitorias económicas, estercos políticos e morais, união que seria demasiado malcheirenta aos olhos dos portugueses. Portas sabe que quem votou em si nunca lhe perdoaria a transigência com o Mal Profundo que está a devastar a vida pública nacional, ocupando tudo o que mexe e esmagando tudo e todos os que lhe opõem: «Agentes do Departamento Central de Investigação Penal (DCIAP) iniciaram esta manhã buscas em pelo menos dois escritórios de advogados, no âmbito de um inquérito realacionado com a aquisição de dois submarinos pelo Estado, de acordo com a edição online da revista "Sábado".»