Não conheço no país fenómeno de aversão equivalente a este de que padece LFM. Por um público tão genérico que é como se lhe tivesse alguma vez sentido o jugo num governo ou num ministério. Por gente dos Media e por uma unanimidade tão crassa de comentadoresque chega a soar a qualquer coisa de estranhíssimo, merecedor de desconfiança.O homem não pode abrir a boca, como agora, desta vez em entrevista ao Público,sem que seja coberto de desconsideração e vitupério, basta ler o cortejo bestial de comentários.lkjOra, não há ninguém que possa ser tão desprovido de valore ao mesmo tempo ser tão consensual e balsâmico para uma cidade.Não há ninguém que possa ser tão errado para um País e ao mesmo tempo tão certo para uma cidade e uma região com a função visual e o sentido crítico, ao que se sabe, em bom estado.lkj Parece-me, portanto, que uma vez que os jornais e a bloga genericamente coincidemnos seus juízos desprezivos e destrutivos em relação a este homem,deve ter efectivamente tudo a ver com aquela velha lógica podre, decadente e comprável em Portugal, que ancestralmente nos posterga.lkjE se os Media não são isentos, se a a grande bloga, interesseira e estomacal, afinal faz lóbi e tem agenda, como muito bem mo lembrou o meu amigo David Oliveira,se o Povo leigo desenvolveu um tal conceito negro emprestado e inoculadoem relação àquilo que desconhece, é muito natural que todos tenhamos chegado todos até aqui e estejamos bloqueados, como estamos, em quase todos os parâmetros.lkjÉ justamente no paraíso das ideias feitas e dos interesses estabelecidos que a mediocridade medra.Os acomodados do grande centrão não estão interessados em rupturas de qualidade ou experimentalismos administrativos, nem que, com o presente conformismo normalizado, geral, paralisante e ganadeiro, mem que com esta triste passividadede fodidos, nos [con]fodamos mais e mais.
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Não conheço no país fenómeno de aversão equivalente a este de que padece LFM. Por um público tão genérico que é como se lhe tivesse alguma vez sentido o jugo num governo ou num ministério. Por gente dos Media e por uma unanimidade tão crassa de comentadoresque chega a soar a qualquer coisa de estranhíssimo, merecedor de desconfiança.O homem não pode abrir a boca, como agora, desta vez em entrevista ao Público,sem que seja coberto de desconsideração e vitupério, basta ler o cortejo bestial de comentários.lkjOra, não há ninguém que possa ser tão desprovido de valore ao mesmo tempo ser tão consensual e balsâmico para uma cidade.Não há ninguém que possa ser tão errado para um País e ao mesmo tempo tão certo para uma cidade e uma região com a função visual e o sentido crítico, ao que se sabe, em bom estado.lkj Parece-me, portanto, que uma vez que os jornais e a bloga genericamente coincidemnos seus juízos desprezivos e destrutivos em relação a este homem,deve ter efectivamente tudo a ver com aquela velha lógica podre, decadente e comprável em Portugal, que ancestralmente nos posterga.lkjE se os Media não são isentos, se a a grande bloga, interesseira e estomacal, afinal faz lóbi e tem agenda, como muito bem mo lembrou o meu amigo David Oliveira,se o Povo leigo desenvolveu um tal conceito negro emprestado e inoculadoem relação àquilo que desconhece, é muito natural que todos tenhamos chegado todos até aqui e estejamos bloqueados, como estamos, em quase todos os parâmetros.lkjÉ justamente no paraíso das ideias feitas e dos interesses estabelecidos que a mediocridade medra.Os acomodados do grande centrão não estão interessados em rupturas de qualidade ou experimentalismos administrativos, nem que, com o presente conformismo normalizado, geral, paralisante e ganadeiro, mem que com esta triste passividadede fodidos, nos [con]fodamos mais e mais.