Sentada à direita do paiSubstituição:Filha de Valentim Loureiro integra vereação, após renúncia do quarto eleito e deverá ser adjunta do presidentePorta-voz da Câmara diz que o caso "nada tem de anormal"Margarida Fonseca in JNÉ vereadora da Câmara de Gondomar desde anteontem de manhã. Subiu ao cargo mercê da renúncia de um eleito e deverá ser adjunta do presidente. Chama-se Daniela Loureiro, é psicóloga e professora universitária. Estava em nono lugar da lista independente de Valentim Loureiro. A saída de David Martins, o quarto nome que foi às urnas, abriu-lhes portas na vida autárquica. Desconhece-se, por ora, que funções concretas terá. Sabe-se, apenas, que lhe estará destinado um lugar de confiança. Afinal, o presidente é seu pai."O caso nada tem de anormal. Há um vereador que renuncia e o lugar é ocupado por quem se segue na lista", disse, ontem, ao JN, o porta-voz da Câmara, Nuno Santos. "Há vários exemplos de desistências de autarcas mesmo após terem sido eleitos", acrescentou. O assessor de Valentim Loureiro repetiu, aliás, palavras que o próprio presidente já tinha proferido ao semanário "O Independente". E nessa sintonia prosseguiu, ao negar que a entrada de Daniela Loureiro só tenha sido possível devido "a pressões exercidas sobre David Martins" e ao remeter para o ex-autarca as explicações para a sua renúncia, comunicada, por carta, a Valentim Loureiro.David Martins remeteu-se, porém, ao silêncio, depois de ter dito àquele semanário que não fazia "comentários, por algumas razões óbvias e por outras menos óbvias", considerando a "situação de contornos especiais". Fica por saber se cumprirá o que assegurou, em tom de remate. Ou seja, se explicará "mais tarde" de que contornos se trata ou se "nunca" falará disso. Uma coisa deixou clara "Não conto repetir a experiência, foi a primeira e última vez"."Depois de ver, na tomada de posse, a primeira fila do auditório municipal ocupada pelo clã Loureiro, em vez de figuras com relevância política e pública, nada me espanta. Contesto, todavia, o espírito de dinastia que reina na Câmara. Afinal, não foi por acaso que a nova vereadora foi citada no discurso do presidente que garantiu um centro para jovens em risco por exigência da filha", criticou o líder do PS/Gondomar, Ricardo Bexiga. in JN de 12 de Novembro de 2005 veja a notícia completa em:http://jn.sapo.pt/2005/11/12/grande_porto/sentada_a_direita_pai.html
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Sentada à direita do paiSubstituição:Filha de Valentim Loureiro integra vereação, após renúncia do quarto eleito e deverá ser adjunta do presidentePorta-voz da Câmara diz que o caso "nada tem de anormal"Margarida Fonseca in JNÉ vereadora da Câmara de Gondomar desde anteontem de manhã. Subiu ao cargo mercê da renúncia de um eleito e deverá ser adjunta do presidente. Chama-se Daniela Loureiro, é psicóloga e professora universitária. Estava em nono lugar da lista independente de Valentim Loureiro. A saída de David Martins, o quarto nome que foi às urnas, abriu-lhes portas na vida autárquica. Desconhece-se, por ora, que funções concretas terá. Sabe-se, apenas, que lhe estará destinado um lugar de confiança. Afinal, o presidente é seu pai."O caso nada tem de anormal. Há um vereador que renuncia e o lugar é ocupado por quem se segue na lista", disse, ontem, ao JN, o porta-voz da Câmara, Nuno Santos. "Há vários exemplos de desistências de autarcas mesmo após terem sido eleitos", acrescentou. O assessor de Valentim Loureiro repetiu, aliás, palavras que o próprio presidente já tinha proferido ao semanário "O Independente". E nessa sintonia prosseguiu, ao negar que a entrada de Daniela Loureiro só tenha sido possível devido "a pressões exercidas sobre David Martins" e ao remeter para o ex-autarca as explicações para a sua renúncia, comunicada, por carta, a Valentim Loureiro.David Martins remeteu-se, porém, ao silêncio, depois de ter dito àquele semanário que não fazia "comentários, por algumas razões óbvias e por outras menos óbvias", considerando a "situação de contornos especiais". Fica por saber se cumprirá o que assegurou, em tom de remate. Ou seja, se explicará "mais tarde" de que contornos se trata ou se "nunca" falará disso. Uma coisa deixou clara "Não conto repetir a experiência, foi a primeira e última vez"."Depois de ver, na tomada de posse, a primeira fila do auditório municipal ocupada pelo clã Loureiro, em vez de figuras com relevância política e pública, nada me espanta. Contesto, todavia, o espírito de dinastia que reina na Câmara. Afinal, não foi por acaso que a nova vereadora foi citada no discurso do presidente que garantiu um centro para jovens em risco por exigência da filha", criticou o líder do PS/Gondomar, Ricardo Bexiga. in JN de 12 de Novembro de 2005 veja a notícia completa em:http://jn.sapo.pt/2005/11/12/grande_porto/sentada_a_direita_pai.html