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12-03-2008
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Por ocasião das tradicionais festas de S. Pedro realizou-se no passado dia 30 de Junho, no Montijo a tradicional corrida de toiros que ocupa esta data. Perante um curro de toiros de David Ribeiro Telles, estavam em disputa os troféus Eng. José Samuel Lupi para a melhor lide e Casa das Enguias para a melhor pega. Abriu praça Rui Salvador que perante um toiro algo reservado o cavaleiro de Tomar andou regular nos compridos. Nos curtos Rui Salvador não alcançou o triunfo desejado, apesar de esforçado, cravou os seus ferros curtos com ligeiras batidas ao pitón contrário, mas o seu oponente não foi colaborante como o cavaleiro desejaria. Perante um toiro que investia forte, Luís Rouxinol alcançou o triunfo da noite, cravou 3 compridos ao estribo, bregando bem e colocando os ferros em “su sitio”. Nos curtos, o cavaleiro de Pegões levou a praça ao rubro, uma série de ferros curtos com a sua marca e que terminou com 1 ferro de violino em terrenos de muito compromisso, junto a tábuas, onde o toureiro ou passava ou a colhida estava certa. Para finalizar a sua lide cravou um ferro de palmo e um par de bandarilhas que saíram em sortes muito vistosas. Vítor Ribeiro vinha embalado pelo triunfo que tinha alcançado no Campo Pequeno, mas não se mostrou ao melhor nível. Tentou receber o toiro à porta gaiola, mas o toiro desviou a sua rota e o toureiro não cravou o ferro como se espera. Esteve regular nos curtos, sendo o ultimo ferro cravado o melhor da sua faena. Sónia Matias evidenciou bons pormenores na sua série de ferros curtos, cravando 2 bons ferros curtos de bom nível. Quando da troca de cavalo, “apostou” num cavalo que se mostrou com falta de ritmo e que ia custando uma colhida à cavaleira.Temos uma Sónia Matias diferente esta temporada. Perante o pior toiro do lote, António Maria Brito Paes teve alguma dificuldade em cravar os ferros compridos, pois o toiro dificultou-lhe bastante a tarefa. Nos curtos o cavaleiro abusou das sortes cambiadas e muitas vezes acabou por passar em falso o que não ajudou a que o cavaleiro se entende-se com o toiro. Fechou a corrida Manuel Telles Bastos, perante um bem apresentado toiro da ganadaria de seu avô. Andou acertado nos compridos que cravou à tira. Nos série dos curtos Manuel Telles Bastos andou dentro do seu estilo, com ferros ao estribo embora nem sempre o toiro tenha colaborado da melhor forma. As pegas da noite estava a cargo dos Forcados da Tertúlia Tauromáquica do Montijo, foram caras Márcio Chapa (2ª) e Luís Amador (1ª), pelos Amadores da Moita, Célio Santos (3ª) e Mário Pereira (3ª), pelos forcados do Aposento do Barrete Verde de Alcochete foram caras João Salvação (1ª) e Pedro Medronheira (2ª). Os troféus em disputa foram jurados por: Miguel Alvarenga, Vasco Lucas, Jorge Carvalho, João Andrade e João Cortesão e foram entregues os prémios a Luís Rouxinol e Luís Amador dos amadores da T.T do Montijo. O espéculo foi dirigido por Pedro Reinhardt assessorado por veterinário Carlos Antunes Santos.

Por ocasião das tradicionais festas de S. Pedro realizou-se no passado dia 30 de Junho, no Montijo a tradicional corrida de toiros que ocupa esta data. Perante um curro de toiros de David Ribeiro Telles, estavam em disputa os troféus Eng. José Samuel Lupi para a melhor lide e Casa das Enguias para a melhor pega. Abriu praça Rui Salvador que perante um toiro algo reservado o cavaleiro de Tomar andou regular nos compridos. Nos curtos Rui Salvador não alcançou o triunfo desejado, apesar de esforçado, cravou os seus ferros curtos com ligeiras batidas ao pitón contrário, mas o seu oponente não foi colaborante como o cavaleiro desejaria. Perante um toiro que investia forte, Luís Rouxinol alcançou o triunfo da noite, cravou 3 compridos ao estribo, bregando bem e colocando os ferros em “su sitio”. Nos curtos, o cavaleiro de Pegões levou a praça ao rubro, uma série de ferros curtos com a sua marca e que terminou com 1 ferro de violino em terrenos de muito compromisso, junto a tábuas, onde o toureiro ou passava ou a colhida estava certa. Para finalizar a sua lide cravou um ferro de palmo e um par de bandarilhas que saíram em sortes muito vistosas. Vítor Ribeiro vinha embalado pelo triunfo que tinha alcançado no Campo Pequeno, mas não se mostrou ao melhor nível. Tentou receber o toiro à porta gaiola, mas o toiro desviou a sua rota e o toureiro não cravou o ferro como se espera. Esteve regular nos curtos, sendo o ultimo ferro cravado o melhor da sua faena. Sónia Matias evidenciou bons pormenores na sua série de ferros curtos, cravando 2 bons ferros curtos de bom nível. Quando da troca de cavalo, “apostou” num cavalo que se mostrou com falta de ritmo e que ia custando uma colhida à cavaleira.Temos uma Sónia Matias diferente esta temporada. Perante o pior toiro do lote, António Maria Brito Paes teve alguma dificuldade em cravar os ferros compridos, pois o toiro dificultou-lhe bastante a tarefa. Nos curtos o cavaleiro abusou das sortes cambiadas e muitas vezes acabou por passar em falso o que não ajudou a que o cavaleiro se entende-se com o toiro. Fechou a corrida Manuel Telles Bastos, perante um bem apresentado toiro da ganadaria de seu avô. Andou acertado nos compridos que cravou à tira. Nos série dos curtos Manuel Telles Bastos andou dentro do seu estilo, com ferros ao estribo embora nem sempre o toiro tenha colaborado da melhor forma. As pegas da noite estava a cargo dos Forcados da Tertúlia Tauromáquica do Montijo, foram caras Márcio Chapa (2ª) e Luís Amador (1ª), pelos Amadores da Moita, Célio Santos (3ª) e Mário Pereira (3ª), pelos forcados do Aposento do Barrete Verde de Alcochete foram caras João Salvação (1ª) e Pedro Medronheira (2ª). Os troféus em disputa foram jurados por: Miguel Alvarenga, Vasco Lucas, Jorge Carvalho, João Andrade e João Cortesão e foram entregues os prémios a Luís Rouxinol e Luís Amador dos amadores da T.T do Montijo. O espéculo foi dirigido por Pedro Reinhardt assessorado por veterinário Carlos Antunes Santos.

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