Por vezes a dureza das palavras e a intolerância, perante opiniões divergentes, revelam a ignorância de quem as profere.Quando se fala em Interrupção Voluntária da Gravidez, existe sempre da parte dos opositores à alteração da lei exageros e extremismos infundados (para além de motivos religiosos que pretendem impor a sua doutrina). Por vezes torna-se dificil fugir deste diálogo, que se torna de baixa elevação. Já assistimos a tudo...às comparações mais escabrosas, mas a deste páraco é surreal...http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=536238&div_id=291Sempre defendi que a lei deve ser alterada na AR, por principio.Estarei hoje como em 1997 do lado dos movimentos que apelam à despenalização, estarei como estive (em representação da JS e da SG da JS Jamila Madeira, no julgamento de Aveiro) ao lado das mulheres que sofrem e que são julgadas.A luta só terminará quando mais nenhuma mulher sofrer a humilhação pública, perante uma atitude pessoal...um "direito fundamental" que lhe assiste.Pelas mulheres que sofrem o drama do aborto clandestino e pela alteração da lei, deve o PARLAMENTO DECIDIR."DIREITOS FUNDAMENTAIS NÃO SE REFERENDAM"
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Por vezes a dureza das palavras e a intolerância, perante opiniões divergentes, revelam a ignorância de quem as profere.Quando se fala em Interrupção Voluntária da Gravidez, existe sempre da parte dos opositores à alteração da lei exageros e extremismos infundados (para além de motivos religiosos que pretendem impor a sua doutrina). Por vezes torna-se dificil fugir deste diálogo, que se torna de baixa elevação. Já assistimos a tudo...às comparações mais escabrosas, mas a deste páraco é surreal...http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=536238&div_id=291Sempre defendi que a lei deve ser alterada na AR, por principio.Estarei hoje como em 1997 do lado dos movimentos que apelam à despenalização, estarei como estive (em representação da JS e da SG da JS Jamila Madeira, no julgamento de Aveiro) ao lado das mulheres que sofrem e que são julgadas.A luta só terminará quando mais nenhuma mulher sofrer a humilhação pública, perante uma atitude pessoal...um "direito fundamental" que lhe assiste.Pelas mulheres que sofrem o drama do aborto clandestino e pela alteração da lei, deve o PARLAMENTO DECIDIR."DIREITOS FUNDAMENTAIS NÃO SE REFERENDAM"