Alto Hama: Afeganistão sim, Guiné-Bissau talvez(assim se faz a história da Lusofonia)

30-09-2009
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O ministro português da Defesa Nacional (à esquerda na foto) disse hoje, em Tancos, não ter ainda conhecimento “oficial” da proposta, revelada segunda-feira pelo primeiro-ministro de Cabo Verde, de um contingente militar ou policial destinado à Guiné-Bissau.Não me digam que se esqueceram de Portugal? Ou será que o Governo de Lisboa sabe mas o seu ministro não? Tudo é possível no reino das ocidentais praias lusitanas.Nuno Severiano Teixeira afirmou que uma eventual participação militar de Portugal numa força internacional, envolvendo os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e da Comunidade Económica dos Estados da Àfrica Ocidental, terá de ser “ponderada no quadro dos vários intervenientes”, considerando, contudo, “muito prematuro” fazer qualquer comentário neste momento.Prematuro é com certeza. O melhor é esperar que sejam assassinados mais alguns dirigentes guineenses para, então sim, se pensar em pensar.Entretanto, bem mais importante do que a Guiné-Bissau é o Afeganistão, país que como todos sabem tem uma afinidade com Portugal muito mais notória do que a Guiné-Bissau.Assim sendo, o ministro reafirmou que Portugal vai reforçar, ao longo de 2009, a sua presença no Afeganistão, uma situação que acompanha “com cuidado e com atenção” e que será analisada “com o evoluir da situação”.Na visita que fez hoje à Brigada de Reacção Rápida, em Tancos, Nuno Severiano Teixeira assistiu a um desfile das forças que, em breve, poderão ser empregues nos teatros operacionais no âmbito da NATO Response Force 13 e 14 e da equipa que está em fase de projecção para o Afeganistão.


O ministro português da Defesa Nacional (à esquerda na foto) disse hoje, em Tancos, não ter ainda conhecimento “oficial” da proposta, revelada segunda-feira pelo primeiro-ministro de Cabo Verde, de um contingente militar ou policial destinado à Guiné-Bissau.Não me digam que se esqueceram de Portugal? Ou será que o Governo de Lisboa sabe mas o seu ministro não? Tudo é possível no reino das ocidentais praias lusitanas.Nuno Severiano Teixeira afirmou que uma eventual participação militar de Portugal numa força internacional, envolvendo os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e da Comunidade Económica dos Estados da Àfrica Ocidental, terá de ser “ponderada no quadro dos vários intervenientes”, considerando, contudo, “muito prematuro” fazer qualquer comentário neste momento.Prematuro é com certeza. O melhor é esperar que sejam assassinados mais alguns dirigentes guineenses para, então sim, se pensar em pensar.Entretanto, bem mais importante do que a Guiné-Bissau é o Afeganistão, país que como todos sabem tem uma afinidade com Portugal muito mais notória do que a Guiné-Bissau.Assim sendo, o ministro reafirmou que Portugal vai reforçar, ao longo de 2009, a sua presença no Afeganistão, uma situação que acompanha “com cuidado e com atenção” e que será analisada “com o evoluir da situação”.Na visita que fez hoje à Brigada de Reacção Rápida, em Tancos, Nuno Severiano Teixeira assistiu a um desfile das forças que, em breve, poderão ser empregues nos teatros operacionais no âmbito da NATO Response Force 13 e 14 e da equipa que está em fase de projecção para o Afeganistão.

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