(Serviço também disponível em áudio em www.lusa.pt
Díli, 19 Set (Lusa) - O comandante-geral da GNR, tenente-general Mourato Nunes, declarou hoje à chegada a Timor-Leste que os seus militares "estariam mais satisfeitos" se a respectiva lei orgânica já estivesse aprovada.
"As pessoas estariam mais satisfeitas se já soubessem qual vai ser o seu destino em termos do figurino interno" da GNR, cuja lei orgânica é hoje reapreciada pelo Parlamento.
"A Guarda está coesa e não há nenhuma instabilidade ou agitação interna", acrescentou o comandante-geral da GNR, que chegou a Timor-Leste para uma visita de três dias.
O Presidente da República, Cavaco Silva, vetou em Agosto a lei orgânica da GNR, que hoje volta ao Parlamento.
"Seria desejável que com a brevidade possível a Guarda tivesse a sua lei orgânica, em paridade com as outras forças, para conseguir harmonizar o seu próprio dispositivo no âmbito do Sistema Integrado de Segurança Interna", explicou o comandante-geral da GNR.
O tenente-general Mourato Nunes confirmou os planos para "retrair" o contingente da GNR em Timor-Leste, que tem actualmente 220 militares constituídos no Subagrupamento Bravo, uma das forças autónomas de polícia da missão das Nações Unidas.
Com a "retracção" de 80 elementos, o Subagrupamento Bravo voltará ao contingente que a GNR tinha no país antes do ciclo eleitoral das presidenciais e legislativas timorenses.
A redução do contingente corresponde a uma melhoria das condições de segurança em Timor-Leste nos últimos meses, explicou o tenente-general Mourato Nunes.
O comandante-geral da GNR participa quinta-feira na cerimónia de entrega de medalhas a militares do Subagrupamento Bravo, além de manter contactos com o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, e outros membros do Governo timorense.
PRM
Lusa/Fim
(Serviço também disponível em áudio em www.lusa.pt
Díli, 19 Set (Lusa) - O comandante-geral da GNR, tenente-general Mourato Nunes, declarou hoje à chegada a Timor-Leste que os seus militares "estariam mais satisfeitos" se a respectiva lei orgânica já estivesse aprovada.
"As pessoas estariam mais satisfeitas se já soubessem qual vai ser o seu destino em termos do figurino interno" da GNR, cuja lei orgânica é hoje reapreciada pelo Parlamento.
"A Guarda está coesa e não há nenhuma instabilidade ou agitação interna", acrescentou o comandante-geral da GNR, que chegou a Timor-Leste para uma visita de três dias.
O Presidente da República, Cavaco Silva, vetou em Agosto a lei orgânica da GNR, que hoje volta ao Parlamento.
"Seria desejável que com a brevidade possível a Guarda tivesse a sua lei orgânica, em paridade com as outras forças, para conseguir harmonizar o seu próprio dispositivo no âmbito do Sistema Integrado de Segurança Interna", explicou o comandante-geral da GNR.
O tenente-general Mourato Nunes confirmou os planos para "retrair" o contingente da GNR em Timor-Leste, que tem actualmente 220 militares constituídos no Subagrupamento Bravo, uma das forças autónomas de polícia da missão das Nações Unidas.
Com a "retracção" de 80 elementos, o Subagrupamento Bravo voltará ao contingente que a GNR tinha no país antes do ciclo eleitoral das presidenciais e legislativas timorenses.
A redução do contingente corresponde a uma melhoria das condições de segurança em Timor-Leste nos últimos meses, explicou o tenente-general Mourato Nunes.
O comandante-geral da GNR participa quinta-feira na cerimónia de entrega de medalhas a militares do Subagrupamento Bravo, além de manter contactos com o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, e outros membros do Governo timorense.
PRM
Lusa/Fim