Imagem : Francisco Laranjo, Durius I, 1993 Link http://www.sgmf.pt/Cultures/pt/SGMF/Internet A pintura traz à nossa alma grandes aberturas para a fuga ao quotidiano. Quando fixo um quadro, nunca sei o que me atrai. Mas a partir do momento em que o meu olhar se prende e perde, percebo que estou a dialogar comigo.Não tenho pré conceitos sobre arte. Nem parto dos pressupostos das críticas dos connaisseurs..Sinto cada espaço visual poisado sobre uma parede como uma aventura transponível, o outro lado do meu universo interior. São impressões espirituais. E assim vagueio lentamente tranquilamente. Sou livre por instantes!texto: miosotis~~~~~~~~~~~~~« Cada quadro encerra misteriosamente toda uma vida, com muitos sofrimentos, dúvidas, horas de entusiasmo e de iluminação. Para onde se dirige esta vida? Donde clama a alma angustiada do artista quando participa da criação? Que quer anunciar? »Kandinsky, Do Esipritual na Arte, Publicações Dom Quixote, 1ª edição, Lisboa, 1987
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Imagem : Francisco Laranjo, Durius I, 1993 Link http://www.sgmf.pt/Cultures/pt/SGMF/Internet A pintura traz à nossa alma grandes aberturas para a fuga ao quotidiano. Quando fixo um quadro, nunca sei o que me atrai. Mas a partir do momento em que o meu olhar se prende e perde, percebo que estou a dialogar comigo.Não tenho pré conceitos sobre arte. Nem parto dos pressupostos das críticas dos connaisseurs..Sinto cada espaço visual poisado sobre uma parede como uma aventura transponível, o outro lado do meu universo interior. São impressões espirituais. E assim vagueio lentamente tranquilamente. Sou livre por instantes!texto: miosotis~~~~~~~~~~~~~« Cada quadro encerra misteriosamente toda uma vida, com muitos sofrimentos, dúvidas, horas de entusiasmo e de iluminação. Para onde se dirige esta vida? Donde clama a alma angustiada do artista quando participa da criação? Que quer anunciar? »Kandinsky, Do Esipritual na Arte, Publicações Dom Quixote, 1ª edição, Lisboa, 1987