Assertivo

20-05-2009
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POR UM PACTO DE BOAS MANEIRAS
Vem aí a campanha eleitoral. As eleições são a quinta-essência da democracia, e as campanhas eleitorais deviam ser tempo de debate e esclarecimento, mas não é isso que se tem verificado. Com as ideias dos partidos reduzidas à conquista e manutenção do poder, vamos assistir a demagogias sem sentido e às promessas que toda a gente sabe que não serão cumpridas. O PS vai dar emprego a toda a gente, vai abolir as portagens, vai aumentar o investimento público – e tudo isto sem aumentar o défice orçamental! Nada que não seja costumeiro...
E os partidos da direita? Que vão eles prometer, depois de terem andado a mostrar a toda a gente que não passam de um grupo de aventureiros e incompetentes que não fazem ideia do que é governar um país? Não vão prometer nada. O meu palpite é que vão fazer uma campanha nojenta, baseada em ataques pessoais. Isto ocorreu-me durante a revisão que fiz aos posts deste blog, ao reler o que escrevi aquando da campanha eleitoral para o Parlamento Europeu. A falta de nível dessa campanha tornou-a num espectáculo particularmente indigno, que culminou na morte de Sousa Franco depois de uma peixeirada promovida por dois caciques do PS. Os ataques pessoais que então se produziram foram do mais execrável que se viu. Uma verdadeira baixaria, onde, para além de M. Seabra e de N. Miranda, se destacaram uma tal Ana Manso, Ribeiro e Castro e um queque do PP que agora aparece muitas vezes em debates na RTP.
Agora, com a vacuidade de ideias dos principais partidos – e, em particular, com o desespero dos partidos da coligação –, é previsível que a campanha ainda consiga descer mais baixo. Talvez ficasse bem aos partidos fazerem um pacto para manter a civilidade e a urbanidade no debate político. A nossa democracia não pode sofrer mais uma campanha sem nível e baseada em ataques pessoais – sob pena de, definitivamente, se instalar o desinteresse e a indiferença entre os eleitores.

POR UM PACTO DE BOAS MANEIRAS
Vem aí a campanha eleitoral. As eleições são a quinta-essência da democracia, e as campanhas eleitorais deviam ser tempo de debate e esclarecimento, mas não é isso que se tem verificado. Com as ideias dos partidos reduzidas à conquista e manutenção do poder, vamos assistir a demagogias sem sentido e às promessas que toda a gente sabe que não serão cumpridas. O PS vai dar emprego a toda a gente, vai abolir as portagens, vai aumentar o investimento público – e tudo isto sem aumentar o défice orçamental! Nada que não seja costumeiro...
E os partidos da direita? Que vão eles prometer, depois de terem andado a mostrar a toda a gente que não passam de um grupo de aventureiros e incompetentes que não fazem ideia do que é governar um país? Não vão prometer nada. O meu palpite é que vão fazer uma campanha nojenta, baseada em ataques pessoais. Isto ocorreu-me durante a revisão que fiz aos posts deste blog, ao reler o que escrevi aquando da campanha eleitoral para o Parlamento Europeu. A falta de nível dessa campanha tornou-a num espectáculo particularmente indigno, que culminou na morte de Sousa Franco depois de uma peixeirada promovida por dois caciques do PS. Os ataques pessoais que então se produziram foram do mais execrável que se viu. Uma verdadeira baixaria, onde, para além de M. Seabra e de N. Miranda, se destacaram uma tal Ana Manso, Ribeiro e Castro e um queque do PP que agora aparece muitas vezes em debates na RTP.
Agora, com a vacuidade de ideias dos principais partidos – e, em particular, com o desespero dos partidos da coligação –, é previsível que a campanha ainda consiga descer mais baixo. Talvez ficasse bem aos partidos fazerem um pacto para manter a civilidade e a urbanidade no debate político. A nossa democracia não pode sofrer mais uma campanha sem nível e baseada em ataques pessoais – sob pena de, definitivamente, se instalar o desinteresse e a indiferença entre os eleitores.

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