BUSTOS À LUPA: Orfeão de Bustos realizou Assembleia Geral

21-07-2009
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A Associação Orfeão de Bustos realizou no passado dia a 4 de Abril, a Assembleia Geral que contou com a participação de aproximadamente 40 pessoas entre associados e coralistas. O Presidente do Orfeão, Duarte Novo, referiu que se realizaram novas actividades como caminhadas, rally papers e colóquios bem como a realização de mais uma edição do festival Cantábus.Duarte Novo, esclareceu que apesar da associação não ter como objectivo obter lucros, houve receitas, sobretudo porque alguns eventos tiveram custos reduzidos devido aos apoios prestados pelas diversas entidades, salientando o apoio prestado pela Câmara Municipal.Questionado o Presidente do Orfeão sobre o desempenho do Grupo Coral, este referiu que " Quando as pessoas estão na instituição por carolice tudo é positivo. Deram o seu melhor e por isso satisfazem-me e agradeço."O Relatório de Contas referente ao ano de 2007, recebeu parecer favorável do Conselho Fiscal e foi aprovado pela assembleia com uma abstenção.No ponto dois, outros assuntos de interesse para a associação, o Presidente da Assembleia Geral, interviu referindo que enquanto presidir à Assembleia Geral irá relembrar em todas as sessões que o problema da sede tem que ser resolvido. Referiu ainda que ficou sensibilizado com uma reportagem que observou na RTP 2 de um coral infantil, questionando se não estaria já na altura da associação começar a criar raízes na vila para que o grupo coral tenha continuidade por mais umas gerações.Duarte Novo, relativamente à sede referiu que o espaço existente é essencial e que relativamente ao Cine-Bustos já foram estabelecidos contactos com a Vereadora da Cultura, tendo a Câmara Municipal garantido que se o imóvel fosse adquirido a gestão do espaço seria partilhada pelo Orfeão e ela Câmara Municipal. Relativamente ao grupo coral infantil, o Presidente do Orfeão explicou que há um apelo de participação às crianças, estando a dinamizar-se um grupo coral próprio junto das catequistas, contudo, referiu que o processo tem de ser lento porque as crianças na actualidade não estão tão receptivas.


A Associação Orfeão de Bustos realizou no passado dia a 4 de Abril, a Assembleia Geral que contou com a participação de aproximadamente 40 pessoas entre associados e coralistas. O Presidente do Orfeão, Duarte Novo, referiu que se realizaram novas actividades como caminhadas, rally papers e colóquios bem como a realização de mais uma edição do festival Cantábus.Duarte Novo, esclareceu que apesar da associação não ter como objectivo obter lucros, houve receitas, sobretudo porque alguns eventos tiveram custos reduzidos devido aos apoios prestados pelas diversas entidades, salientando o apoio prestado pela Câmara Municipal.Questionado o Presidente do Orfeão sobre o desempenho do Grupo Coral, este referiu que " Quando as pessoas estão na instituição por carolice tudo é positivo. Deram o seu melhor e por isso satisfazem-me e agradeço."O Relatório de Contas referente ao ano de 2007, recebeu parecer favorável do Conselho Fiscal e foi aprovado pela assembleia com uma abstenção.No ponto dois, outros assuntos de interesse para a associação, o Presidente da Assembleia Geral, interviu referindo que enquanto presidir à Assembleia Geral irá relembrar em todas as sessões que o problema da sede tem que ser resolvido. Referiu ainda que ficou sensibilizado com uma reportagem que observou na RTP 2 de um coral infantil, questionando se não estaria já na altura da associação começar a criar raízes na vila para que o grupo coral tenha continuidade por mais umas gerações.Duarte Novo, relativamente à sede referiu que o espaço existente é essencial e que relativamente ao Cine-Bustos já foram estabelecidos contactos com a Vereadora da Cultura, tendo a Câmara Municipal garantido que se o imóvel fosse adquirido a gestão do espaço seria partilhada pelo Orfeão e ela Câmara Municipal. Relativamente ao grupo coral infantil, o Presidente do Orfeão explicou que há um apelo de participação às crianças, estando a dinamizar-se um grupo coral próprio junto das catequistas, contudo, referiu que o processo tem de ser lento porque as crianças na actualidade não estão tão receptivas.

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