O ANÓNIMO

20-05-2008
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Atrevimentos

(Foto DN)

A propósito do diploma sobre vínculos, carreiras e remunerações na Função Pública, que abrange os juízes e os magistrados do MP, o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, afirmou que «começa a haver alguns sinais de que pode estar em perigo a autonomia do Ministério Público», advertindo que não aceitará «ser um procurador-geral dependente do poder político». Em resposta, o ministro da Justiça, Alberto Costa: «Não há equiparação a funcionários públicos. Isso é um equívoco e se [o PGR] diz isso, ou resulta de desconhecimento ou resulta de atrevimento».

E digo eu: ou estou muito enganado, ou o ministro acaba a recuar, ou o PGR a bater com a porta. Poderá ser de outra forma?

.

Adenda: sobra a hipótese de o PGR ficar no seu lugar de pedra-e-cal e mostrar como é que funcionam as coisas quando cada macaco fica no seu galho... O que talvez seja a atitude que melhor serve os interesses dos portugueses.

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Atrevimentos

(Foto DN)

A propósito do diploma sobre vínculos, carreiras e remunerações na Função Pública, que abrange os juízes e os magistrados do MP, o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, afirmou que «começa a haver alguns sinais de que pode estar em perigo a autonomia do Ministério Público», advertindo que não aceitará «ser um procurador-geral dependente do poder político». Em resposta, o ministro da Justiça, Alberto Costa: «Não há equiparação a funcionários públicos. Isso é um equívoco e se [o PGR] diz isso, ou resulta de desconhecimento ou resulta de atrevimento».

E digo eu: ou estou muito enganado, ou o ministro acaba a recuar, ou o PGR a bater com a porta. Poderá ser de outra forma?

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Adenda: sobra a hipótese de o PGR ficar no seu lugar de pedra-e-cal e mostrar como é que funcionam as coisas quando cada macaco fica no seu galho... O que talvez seja a atitude que melhor serve os interesses dos portugueses.

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