Lisboa, 14 Fev (Lusa) - O PCP considerou hoje que o crescimento de 1,9 por cento da economia em 2007, divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), "não é motivo para atirar foguetes", por "não reflectir a situação real da economia portuguesa".
"O número era expectável, face à previsão de crescimento de 1,8 por cento prevista, e não é motivo para atirar foguetes", afirmou aos jornalistas o deputado Agostinho Lopes, do PCP, num comentário aos números anunciados pelo INE.
Agostinho Lopes argumenta que os números não são para "atirar foguetes" dado que, por exemplo, a "Espanha anunciou hoje um crescimento de 3,8 por cento" em 2007.
Para Agostinho Lopes, estes valores "não reflectem nem as situação real da economia portuguesa" nem "as dificuldades sentidas pelas empresas" nem o crescimento do desemprego".
"Será mau sinal", advertiu, se o Governo "empolar estes números".
O deputado sublinhou ainda que estes números são uma "estimativa rápida" do INE e que é preciso esperar por Março, quando forem divulgados "números consolidados".
Segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a economia portuguesa cresceu 1,9 por cento no ano passado, registando o maior ritmo de expansão anual desde 2001, e acabou o ano em aceleração.
Em termos anuais, a taxa de crescimento de 1,9 por cento traduz uma aceleração de 0,6 pontos percentuais face à registada em 2006.
Este ritmo de expansão é também superior às últimas estimativas do Governo, que mantinha uma expectativa de crescimento de 1,8 por cento, e das principais organizações internacionais, que apostavam no mesmo valor.
NS/RSF.
Lusa/fim
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Lisboa, 14 Fev (Lusa) - O PCP considerou hoje que o crescimento de 1,9 por cento da economia em 2007, divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), "não é motivo para atirar foguetes", por "não reflectir a situação real da economia portuguesa".
"O número era expectável, face à previsão de crescimento de 1,8 por cento prevista, e não é motivo para atirar foguetes", afirmou aos jornalistas o deputado Agostinho Lopes, do PCP, num comentário aos números anunciados pelo INE.
Agostinho Lopes argumenta que os números não são para "atirar foguetes" dado que, por exemplo, a "Espanha anunciou hoje um crescimento de 3,8 por cento" em 2007.
Para Agostinho Lopes, estes valores "não reflectem nem as situação real da economia portuguesa" nem "as dificuldades sentidas pelas empresas" nem o crescimento do desemprego".
"Será mau sinal", advertiu, se o Governo "empolar estes números".
O deputado sublinhou ainda que estes números são uma "estimativa rápida" do INE e que é preciso esperar por Março, quando forem divulgados "números consolidados".
Segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a economia portuguesa cresceu 1,9 por cento no ano passado, registando o maior ritmo de expansão anual desde 2001, e acabou o ano em aceleração.
Em termos anuais, a taxa de crescimento de 1,9 por cento traduz uma aceleração de 0,6 pontos percentuais face à registada em 2006.
Este ritmo de expansão é também superior às últimas estimativas do Governo, que mantinha uma expectativa de crescimento de 1,8 por cento, e das principais organizações internacionais, que apostavam no mesmo valor.
NS/RSF.
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