Sol

21-03-2007
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O presidente do PSD-Porto, Agostinho Branquinho, afirmou hoje que, mas tanto Rui Rio como Luís Filipe Menezes têmpara assumir o lugar

As declarações do presidente da maior distrital social-democrata do país foram proferidas numa entrevista ao programa Primeiro Plano, da estação de televisão por cabo Porto Canal, que será transmitida hoje às 21h.

Branquinho defendeu o líder social-democrata dos ataques que tem sofrido o interior do partido, afirmando que «Marques Mendes tem tido o posicionamento correcto, depois da pesada derrota eleitoral que o PSD sofreu em Fevereiro de 2005».

Admitiu que possam aparecer alternativas à liderança do partido, mas afirmou-se convencido que «Marques Mendes deverá ser o líder que o PSD vai apresentar nas eleições legislativas de 2009».

«A turbulência que se tem vivido [no interior do PSD] é natural, qualquer liderança de um partido de poder é difícil quando se passa à oposição», disse Branquinho, que se distanciou do «mendismo» e de outra personalidades social-democratas. «Eu faço o meu próprio caminho», afirmou.

Branquinho exprimiu-se em termos muito elogiosos sobre a acção de Luís Filipe Menezes à frente da Câmara de Gaia, afirmando que «foi ele que trouxe o concelho de Gaia do quinto mundo autárquico em que se encontrava para o actual primeiro nível, mesmo em termos europeus».

Destacou a «excelente relação pessoal» que tem com Menezes, apesar de, em termos político-partidários, terem estado por vezes em terrenos diferentes.

De Rui Rio, assinalou as "grandes capacidades demonstradas" e a "dimensão estratégica" que o colocam como uma das alternativas, ao lado de Menezes e outras personalidades social-democratas, para a liderança do PSD. «Mas, por agora, Marques Mendes tem sido um bom líder», insistiu.

Na entrevista, Agostinho Branquinho afirmou-se opositor à construção do novo aeroporto na Ota e defensor da regionalização.

No caso da Ota, considerou que «a sua construção vai obrigar a uma enorme canalização de recursos financeiros do Estado», que se prolongará muito para lá da conclusão da obra. «Há soluções mais baratas que devem ser exploradas», afirmou.

Quanto à regionalização, referiu que o «desinvestimento brutal» verificado nos últimos anos relativamente ao Norte o transformou em partidário da criação de regiões administrativas que assegurem uma repartição equitativa dos recursos financeiros do Estado.

Lusa/SOL

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Branquinho defendeu o líder social-democrata dos ataques que tem sofrido o interior do partido, afirmando que «Marques Mendes tem tido o posicionamento correcto, depois da pesada derrota eleitoral que o PSD sofreu em Fevereiro de 2005».

Admitiu que possam aparecer alternativas à liderança do partido, mas afirmou-se convencido que «Marques Mendes deverá ser o líder que o PSD vai apresentar nas eleições legislativas de 2009».

«A turbulência que se tem vivido [no interior do PSD] é natural, qualquer liderança de um partido de poder é difícil quando se passa à oposição», disse Branquinho, que se distanciou do «mendismo» e de outra personalidades social-democratas. «Eu faço o meu próprio caminho», afirmou.

Branquinho exprimiu-se em termos muito elogiosos sobre a acção de Luís Filipe Menezes à frente da Câmara de Gaia, afirmando que «foi ele que trouxe o concelho de Gaia do quinto mundo autárquico em que se encontrava para o actual primeiro nível, mesmo em termos europeus».

Destacou a «excelente relação pessoal» que tem com Menezes, apesar de, em termos político-partidários, terem estado por vezes em terrenos diferentes.

De Rui Rio, assinalou as "grandes capacidades demonstradas" e a "dimensão estratégica" que o colocam como uma das alternativas, ao lado de Menezes e outras personalidades social-democratas, para a liderança do PSD. «Mas, por agora, Marques Mendes tem sido um bom líder», insistiu.

Na entrevista, Agostinho Branquinho afirmou-se opositor à construção do novo aeroporto na Ota e defensor da regionalização.

No caso da Ota, considerou que «a sua construção vai obrigar a uma enorme canalização de recursos financeiros do Estado», que se prolongará muito para lá da conclusão da obra. «Há soluções mais baratas que devem ser exploradas», afirmou.

Quanto à regionalização, referiu que o «desinvestimento brutal» verificado nos últimos anos relativamente ao Norte o transformou em partidário da criação de regiões administrativas que assegurem uma repartição equitativa dos recursos financeiros do Estado.

Lusa/SOL

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