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21-10-2008
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Empresas: Pagamentos especiais por conta terão em conta descida do IRC - Ministro das Finanças

Lusa, há 17h

Aveiro, 20 Out (Lusa) - O ministro das Finanças afirmou hoje que os pagamentos especiais por conta em 2009 já vão ter em linha de conta a descida do IRC e que o desemprego manter-se-á nos 7,6 por cento em consequência do investimento.

As posições de Teixeira dos Santos, citadas por fonte da bancada socialista, foram proferidas no primeiro dia das Jornadas Parlamentares do PS em Aveiro.

Após a sua intervenção inicial, o ministro de Estado e das Finanças foi confrontado com dúvidas de deputados socialistas sobre o cenário macro-económico para 2009.

O deputado socialista Pita Ameixa perguntou ao ministro se era verdade que muitas das medidas mais populares do Governo - a descida do Imposto Municipal sobre Imóveis, a descida do IRC para 12,5 por cento (nos primeiros 12.500 euros) e os descontos nos créditos para a habitação - só terão efeitos práticos no bolso dos cidadãos em meados de 2010.

Teixeira dos Santos respondeu que os pagamentos especiais por conta, durante o ano económico de 2009, já terão em linha de conta a descida do IRC para 12,5 por cento, ou seja, terão já efeitos práticos no próximo ano.

O vice-presidente da bancada socialista Afonso Candal questionou o membro do Governo como era possível manter um cenário de 7,6 por cento ao nível de desemprego, se o próprio executivo baixou a previsão de crescimento para 0,6 por cento.

O ministro de Estado e das Finanças referiu então que, no primeiro semestre de 2008, o desemprego médio foi de 7,3 por cento (abaixo das previsões do Executivo).

Depois, para sustentar a meta dos 7,6 por cento, o ministro das Finanças invocou os investimentos que estão previstos para o próximo ano e que disse terem efeitos no emprego.

PMF.

Lusa/fim

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Empresas: Pagamentos especiais por conta terão em conta descida do IRC - Ministro das Finanças

Lusa, há 17h

Aveiro, 20 Out (Lusa) - O ministro das Finanças afirmou hoje que os pagamentos especiais por conta em 2009 já vão ter em linha de conta a descida do IRC e que o desemprego manter-se-á nos 7,6 por cento em consequência do investimento.

As posições de Teixeira dos Santos, citadas por fonte da bancada socialista, foram proferidas no primeiro dia das Jornadas Parlamentares do PS em Aveiro.

Após a sua intervenção inicial, o ministro de Estado e das Finanças foi confrontado com dúvidas de deputados socialistas sobre o cenário macro-económico para 2009.

O deputado socialista Pita Ameixa perguntou ao ministro se era verdade que muitas das medidas mais populares do Governo - a descida do Imposto Municipal sobre Imóveis, a descida do IRC para 12,5 por cento (nos primeiros 12.500 euros) e os descontos nos créditos para a habitação - só terão efeitos práticos no bolso dos cidadãos em meados de 2010.

Teixeira dos Santos respondeu que os pagamentos especiais por conta, durante o ano económico de 2009, já terão em linha de conta a descida do IRC para 12,5 por cento, ou seja, terão já efeitos práticos no próximo ano.

O vice-presidente da bancada socialista Afonso Candal questionou o membro do Governo como era possível manter um cenário de 7,6 por cento ao nível de desemprego, se o próprio executivo baixou a previsão de crescimento para 0,6 por cento.

O ministro de Estado e das Finanças referiu então que, no primeiro semestre de 2008, o desemprego médio foi de 7,3 por cento (abaixo das previsões do Executivo).

Depois, para sustentar a meta dos 7,6 por cento, o ministro das Finanças invocou os investimentos que estão previstos para o próximo ano e que disse terem efeitos no emprego.

PMF.

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