Carris: ...abraço da solidão.

17-07-2009
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Carris, 2 de Janeiro de 1999...sou o vulto que se esconde do teu olhar....a sombra que aguarda o fim do dia....a escuridão que te abraça quando fechas os olhos......o pesadelo que te embala nas noites de solidão....Esvaneço no vento......Uma escuridão profunda... uma realidade perdida...Sereno, sinto o sangue que escorre... o teu silêncio ensurdecedor......com o teu sorriso algo morre dentro de mim.Algo de tão puro teve de morrer......para sempre no alto da Saudade um espírito que vagueia sem descanso pela montanha......não me procures com o teu olhar.Tão frágil é o véu do amor nos dias de mágoa...É um destino traçado que segue o ventre de Nabia......uma imensa distância que nunca percorrerei... abandonado, abraço a solidão e a grandiosidade dos espaços......encolho-me na sombra e espero o dia da luta...Vê-me chorar, Atégina...Fotografia: © Rui C. Barbosa


Carris, 2 de Janeiro de 1999...sou o vulto que se esconde do teu olhar....a sombra que aguarda o fim do dia....a escuridão que te abraça quando fechas os olhos......o pesadelo que te embala nas noites de solidão....Esvaneço no vento......Uma escuridão profunda... uma realidade perdida...Sereno, sinto o sangue que escorre... o teu silêncio ensurdecedor......com o teu sorriso algo morre dentro de mim.Algo de tão puro teve de morrer......para sempre no alto da Saudade um espírito que vagueia sem descanso pela montanha......não me procures com o teu olhar.Tão frágil é o véu do amor nos dias de mágoa...É um destino traçado que segue o ventre de Nabia......uma imensa distância que nunca percorrerei... abandonado, abraço a solidão e a grandiosidade dos espaços......encolho-me na sombra e espero o dia da luta...Vê-me chorar, Atégina...Fotografia: © Rui C. Barbosa

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