Pouco a pouco, lá vão surgindo mais coisas sobre a mais quente AM de Vila do Conde dos últimos tempos. Algumas delas já haviam sido afloradas nos ‘comentários’, mas há outras igualmente interessantes.
A sessão Afonso Ferreira vs. Jorge Laranja, da qual ambos saíram mal, teve ainda outros contornos. Depois do deputado socialista ter reafirmado que o popular era cobarde, este retorqui dizendo que não se importava de ser insultado. E que Jorge Laranja estivesse descansado porque não o ia processar... Se foi assim, Afonso esteve mal... Uma precisão, em relação ao que referimos sobre Alexandre Raposo: o seu comentário destinava-se não só a Jorge Laranja, como também à mesa, que lhe procurou cortar o uso da palavra.
Mais uma vez, Lúcio Ferreira parece que assistiu a tudo sem se conseguir impor. Não é novidade...
Mas onde parece que Afonso Ferreira esteve mesmo mal foi na resposta a António José Gonçalves. Este, na sua intervenção, terá dito que pertencendo a um orgão de comunicação social local, nunca havia sentido pressões. O líder do PP acusou-o de não ter sido esse o teor da conversa havida entre ambos, antes do início da Assembleia. Se foi assim, não será lá muito ético reproduzir, em público, conversas privadas...
Outro ponto quente, mencionado na edição de hoje do Público, prende-se com o comentário de Mário Almeida, sobre a propaganda, desinteresse e auto-promoção que estão subjacentes à divulgação pública de moções e outros documentos da Assembleia Municipal. Como refere o Público, Almeida esquece que o PS também o faz. Mas, principalmente, olvidou os anúncios, a cores, que a sua Câmara paga em todos os jornais locais e não só, como o Primeiro de Janeiro...
Dupond & Dupont
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Pouco a pouco, lá vão surgindo mais coisas sobre a mais quente AM de Vila do Conde dos últimos tempos. Algumas delas já haviam sido afloradas nos ‘comentários’, mas há outras igualmente interessantes.
A sessão Afonso Ferreira vs. Jorge Laranja, da qual ambos saíram mal, teve ainda outros contornos. Depois do deputado socialista ter reafirmado que o popular era cobarde, este retorqui dizendo que não se importava de ser insultado. E que Jorge Laranja estivesse descansado porque não o ia processar... Se foi assim, Afonso esteve mal... Uma precisão, em relação ao que referimos sobre Alexandre Raposo: o seu comentário destinava-se não só a Jorge Laranja, como também à mesa, que lhe procurou cortar o uso da palavra.
Mais uma vez, Lúcio Ferreira parece que assistiu a tudo sem se conseguir impor. Não é novidade...
Mas onde parece que Afonso Ferreira esteve mesmo mal foi na resposta a António José Gonçalves. Este, na sua intervenção, terá dito que pertencendo a um orgão de comunicação social local, nunca havia sentido pressões. O líder do PP acusou-o de não ter sido esse o teor da conversa havida entre ambos, antes do início da Assembleia. Se foi assim, não será lá muito ético reproduzir, em público, conversas privadas...
Outro ponto quente, mencionado na edição de hoje do Público, prende-se com o comentário de Mário Almeida, sobre a propaganda, desinteresse e auto-promoção que estão subjacentes à divulgação pública de moções e outros documentos da Assembleia Municipal. Como refere o Público, Almeida esquece que o PS também o faz. Mas, principalmente, olvidou os anúncios, a cores, que a sua Câmara paga em todos os jornais locais e não só, como o Primeiro de Janeiro...
Dupond & Dupont