Já em fase final de conclusão, o Centro Escolar de Murça deverá dar as boas-vindas aos estudantes, professores, funcionários e pais já na festa de Natal deste ano. A autarquia prevê que em Janeiro os alunos digam o “adeus” definitivo às escolas primárias e passem para a nova infra-estrutura, à excepção das crianças do pré-escolar, que apenas serão transferidas no início do próximo ano lectivo.
O Centro Escolar de Murça, uma obra orçada em 2,5 milhões de euros, deverá estar concluído em Outubro.Apesar da obra da obra ficar pronta antes do início do próximo ano lectivo, os 62 alunos das sete escolas que ainda estão em funcionamento no concelho (todas com menos de 15 inscritos) só serão transferidos depois das férias de Natal, revelou João Teixeira, presidente da Câmara de Murça, justificando a opção com o desejo de ter o “centro perfeitamente funcional” para a chegada dos estudantes.Com a mudança em Janeiro dos alunos das escolas espalhadas pelo concelho (que juntamente com as duas escolas da vila totalizam 192 crianças), serão assim encerrados os últimos estabelecimentos de ensino do 1.º de ensino básico murcenses, no entanto, segundo o autarca, as cinco escolas de ensino pré-escolar que ainda estão em funcionamento, nomeadamente Murça, Jou, Fiolhoso, Noura e Porrais, apenas vão encerrar no final do ano lectivo. “Vamos fazer uma transferência faseada dos alunos. Assim poderemos garantir uma melhor adaptação das crianças a testar os transportes”, explicou João Teixeira, reconhecendo que a deslocação dos estudantes mais jovens deve ser encarada como “mais sensível”.O autarca acredita que o Centro Escolar vai trazer as melhores condições possíveis às actividades dos alunos e não levanta polémicas sobre o encerramento das escolas, tendo em conta que essa foi uma medida preconizada pelo município desde o início da elaboração da sua Carta Educativa. “Não vai haver despedimento de professores, todos serão reintegrados, e deveremos ter que contratar mais pessoal não docente”, adiantou João Teixeira.Confiante de que a autarquia tem “um bom plano” no âmbito da reestruturação da rede escolar, e garantindo que esta está atenta “à adaptação dos alunos”, o autarca confirmou ainda que, “à semelhança do que acontece com outros concelhos”, já foi estabelecido um “pré-acordo” com o Ministério da Educação para que seja este a suportar o custo dos transportes associados ao processo de transferência. “Há um pequeno diferendo relativamente ao valor a transferir, mas acredito que vamos chegar a um consenso”, reconheceu o mesmo responsável político.Relativamente ao futuro da rede de edifícios das escolas primárias, a autarquia confirma que muitos já foram entregues às juntas de freguesia onde se inserem, um processo supervisionado pela autarquia no que diz respeito à sua finalidade. João Teixeira revela que, nesta nova, e no caso de Murça definitiva, “leva” de encerramentos o “lema” deverá ser idêntico, ou seja, a autarquia continuará a transferir para as juntas de freguesia verba para a manutenção dos espaços, que deverão servir a comunidade, excepto enquanto “casas mortuárias ou cafés”. “Fala-se agora num programa de reabilitação da rede para fins turísticos, por exemplo”explicou João Teixeira, revelando assim que a autarquia deverá esperar pelo desenvolvimento desse projecto antes de ceder às juntas de freguesia as sete escolas que, a partir de Janeiro, encerrarão ao ensino regular do primeiro ciclo.Em fase de conclusão está também o Pavilhão Gimnodesportivo, um edifício que contou com um investimento de 1,3 milhões de euros, financiado pelo Programa Operacional de Valorização do Território, e que também em Janeiro deverá iniciar actividade. “Tendo em conta a proximidade com o novo centro escolar, o Pavilhão vai também servir a comunidade estudantil”, revelou o autarca.
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Já em fase final de conclusão, o Centro Escolar de Murça deverá dar as boas-vindas aos estudantes, professores, funcionários e pais já na festa de Natal deste ano. A autarquia prevê que em Janeiro os alunos digam o “adeus” definitivo às escolas primárias e passem para a nova infra-estrutura, à excepção das crianças do pré-escolar, que apenas serão transferidas no início do próximo ano lectivo.
O Centro Escolar de Murça, uma obra orçada em 2,5 milhões de euros, deverá estar concluído em Outubro.Apesar da obra da obra ficar pronta antes do início do próximo ano lectivo, os 62 alunos das sete escolas que ainda estão em funcionamento no concelho (todas com menos de 15 inscritos) só serão transferidos depois das férias de Natal, revelou João Teixeira, presidente da Câmara de Murça, justificando a opção com o desejo de ter o “centro perfeitamente funcional” para a chegada dos estudantes.Com a mudança em Janeiro dos alunos das escolas espalhadas pelo concelho (que juntamente com as duas escolas da vila totalizam 192 crianças), serão assim encerrados os últimos estabelecimentos de ensino do 1.º de ensino básico murcenses, no entanto, segundo o autarca, as cinco escolas de ensino pré-escolar que ainda estão em funcionamento, nomeadamente Murça, Jou, Fiolhoso, Noura e Porrais, apenas vão encerrar no final do ano lectivo. “Vamos fazer uma transferência faseada dos alunos. Assim poderemos garantir uma melhor adaptação das crianças a testar os transportes”, explicou João Teixeira, reconhecendo que a deslocação dos estudantes mais jovens deve ser encarada como “mais sensível”.O autarca acredita que o Centro Escolar vai trazer as melhores condições possíveis às actividades dos alunos e não levanta polémicas sobre o encerramento das escolas, tendo em conta que essa foi uma medida preconizada pelo município desde o início da elaboração da sua Carta Educativa. “Não vai haver despedimento de professores, todos serão reintegrados, e deveremos ter que contratar mais pessoal não docente”, adiantou João Teixeira.Confiante de que a autarquia tem “um bom plano” no âmbito da reestruturação da rede escolar, e garantindo que esta está atenta “à adaptação dos alunos”, o autarca confirmou ainda que, “à semelhança do que acontece com outros concelhos”, já foi estabelecido um “pré-acordo” com o Ministério da Educação para que seja este a suportar o custo dos transportes associados ao processo de transferência. “Há um pequeno diferendo relativamente ao valor a transferir, mas acredito que vamos chegar a um consenso”, reconheceu o mesmo responsável político.Relativamente ao futuro da rede de edifícios das escolas primárias, a autarquia confirma que muitos já foram entregues às juntas de freguesia onde se inserem, um processo supervisionado pela autarquia no que diz respeito à sua finalidade. João Teixeira revela que, nesta nova, e no caso de Murça definitiva, “leva” de encerramentos o “lema” deverá ser idêntico, ou seja, a autarquia continuará a transferir para as juntas de freguesia verba para a manutenção dos espaços, que deverão servir a comunidade, excepto enquanto “casas mortuárias ou cafés”. “Fala-se agora num programa de reabilitação da rede para fins turísticos, por exemplo”explicou João Teixeira, revelando assim que a autarquia deverá esperar pelo desenvolvimento desse projecto antes de ceder às juntas de freguesia as sete escolas que, a partir de Janeiro, encerrarão ao ensino regular do primeiro ciclo.Em fase de conclusão está também o Pavilhão Gimnodesportivo, um edifício que contou com um investimento de 1,3 milhões de euros, financiado pelo Programa Operacional de Valorização do Território, e que também em Janeiro deverá iniciar actividade. “Tendo em conta a proximidade com o novo centro escolar, o Pavilhão vai também servir a comunidade estudantil”, revelou o autarca.