NOCTURNO DE BEJAJá nasceu a lua em Bejatem sete espadas cruzadas.(Não há amor que não sejacruzado por sete espadas.)ÉVORAIrei a Évora descobrir o brancoa ogiva o arco a rosácea a navea praça como pátioo pátio como praça.Nada destrói a intimidadede sua humana geometria.Irei a Évora para reencontrara perdida harmonia.Manuel Alegre, Alentejo e Ninguém(Ed. Caminho)
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NOCTURNO DE BEJAJá nasceu a lua em Bejatem sete espadas cruzadas.(Não há amor que não sejacruzado por sete espadas.)ÉVORAIrei a Évora descobrir o brancoa ogiva o arco a rosácea a navea praça como pátioo pátio como praça.Nada destrói a intimidadede sua humana geometria.Irei a Évora para reencontrara perdida harmonia.Manuel Alegre, Alentejo e Ninguém(Ed. Caminho)