A Cinco Tons: Tiros para o lado

08-08-2010
marcar artigo


Esta semana um dos temas dominantes da agenda eborense passou pelo chamado Museu de Design, cujo protocolo a CDU "chumbou" em reunião de Câmara. Muitos posts e opiniões nos blogs e nos chamados órgãos de comunicação social versaram este tema. Há mesmo um abaixo-assinado sobre esta questão. Mas, mais uma vez, o líder da CDU na Câmara de Évora, na sua crónica semanal na Rádio Diana, voltou a falar de outro assunto. Esta vez a "sorte" coube às Juntas de Freguesia que tiveram do nóvel vereador uma voz firme e bem colocada. Só que a cidade discutia outra coisa: discutia o museu do design e o autarca nem sequer lhe dedica uma palavra. Já tinha acontecido quando foi da discussão sobre a Acrópole XXI, questão para a qual se continua à espera da posição da CDU . Nessa altura o autarca decidiu embirrar com os jornalistas, que teriam pudor em chamar à Cooperativa de Consumo de Beja, Proletário Alentejano. Como se não o tivessem feito desde sempre. E como se fosse um assunto verdadeiramente importante para a vida da cidade. A verdade é que, ao longo destes meses de mandato, o autarca já nos habituou a disparar para o lado. E como sabe que a pólvora é seca já nem olha para as perdizes. Só dispara para a paisagem.


Esta semana um dos temas dominantes da agenda eborense passou pelo chamado Museu de Design, cujo protocolo a CDU "chumbou" em reunião de Câmara. Muitos posts e opiniões nos blogs e nos chamados órgãos de comunicação social versaram este tema. Há mesmo um abaixo-assinado sobre esta questão. Mas, mais uma vez, o líder da CDU na Câmara de Évora, na sua crónica semanal na Rádio Diana, voltou a falar de outro assunto. Esta vez a "sorte" coube às Juntas de Freguesia que tiveram do nóvel vereador uma voz firme e bem colocada. Só que a cidade discutia outra coisa: discutia o museu do design e o autarca nem sequer lhe dedica uma palavra. Já tinha acontecido quando foi da discussão sobre a Acrópole XXI, questão para a qual se continua à espera da posição da CDU . Nessa altura o autarca decidiu embirrar com os jornalistas, que teriam pudor em chamar à Cooperativa de Consumo de Beja, Proletário Alentejano. Como se não o tivessem feito desde sempre. E como se fosse um assunto verdadeiramente importante para a vida da cidade. A verdade é que, ao longo destes meses de mandato, o autarca já nos habituou a disparar para o lado. E como sabe que a pólvora é seca já nem olha para as perdizes. Só dispara para a paisagem.

marcar artigo