Polícia japonesa começa a resgatar corpos em redor da central nuclear de Fukushima

16-04-2011
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“As operações começaram às 10h00 (02h00, hora portuguesa) e vão terminar com o cair da noite”, informou um porta-voz da polícia da província de Fukushima.

Pela primeira vez desde 11 de Março, cerca de 330 polícias com fatos especiais e máscaras entraram numa zona até agora inexplorada de dez quilómetros em redor da central nuclear e começaram a procurar as vítimas entre os escombros. A 3 de Abril, a polícia ficou a 20 quilómetros da central.

“É difícil estimar o número de pessoas dadas como desaparecidas na região. Temos de as encontrar o mais depressa possível”, acrescentou o porta-voz da polícia. “Se os corpos registarem um nível de radioactividade demasiado elevado, teremos de os ‘lavar’ antes de os autopsiar e de os transferir para a morgue”, salientou.

De acordo com os números provisórios, 13.349 pessoas morreram no sismo e tsunami; outras 14.867 ainda estão desaparecidas.

Região de Fukushima poderá ficar desabitada por dez ou 20 anos

A região em redor da central nuclear poderá não vir a ter condições para o regresso das populações durante dez ou 20 anos, disse ontem um conselheiro do Governo do primeiro-ministro Naoto Kan.

“Neste momento, não se pode viver lá. Esta situação pode durar entre dez a 20 anos”, disse aos jornalistas japoneses Kenichi Matsumoto, conselheiro do gabinete de Naoto Kan.

Depois da catástrofe nuclear, as autoridades ordenaram a evacuação num raio de 20 quilómetros da central por causa das emissões de radioactividade.

“As operações começaram às 10h00 (02h00, hora portuguesa) e vão terminar com o cair da noite”, informou um porta-voz da polícia da província de Fukushima.

Pela primeira vez desde 11 de Março, cerca de 330 polícias com fatos especiais e máscaras entraram numa zona até agora inexplorada de dez quilómetros em redor da central nuclear e começaram a procurar as vítimas entre os escombros. A 3 de Abril, a polícia ficou a 20 quilómetros da central.

“É difícil estimar o número de pessoas dadas como desaparecidas na região. Temos de as encontrar o mais depressa possível”, acrescentou o porta-voz da polícia. “Se os corpos registarem um nível de radioactividade demasiado elevado, teremos de os ‘lavar’ antes de os autopsiar e de os transferir para a morgue”, salientou.

De acordo com os números provisórios, 13.349 pessoas morreram no sismo e tsunami; outras 14.867 ainda estão desaparecidas.

Região de Fukushima poderá ficar desabitada por dez ou 20 anos

A região em redor da central nuclear poderá não vir a ter condições para o regresso das populações durante dez ou 20 anos, disse ontem um conselheiro do Governo do primeiro-ministro Naoto Kan.

“Neste momento, não se pode viver lá. Esta situação pode durar entre dez a 20 anos”, disse aos jornalistas japoneses Kenichi Matsumoto, conselheiro do gabinete de Naoto Kan.

Depois da catástrofe nuclear, as autoridades ordenaram a evacuação num raio de 20 quilómetros da central por causa das emissões de radioactividade.

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