Como é sabido de alguns, nos últimos meses fiz parte do grupo que ajudou a dar corpo à candidatura de JPAB, com responsabilidades na produção de conteúdos e na dinamização de todos aqueles que optaram por colaborar na moção de estratégia global e na linha de pensamento que o candidato quis apresentar ao PSD.
Em primeiro lugar, quero manifestar o meu reconhecimento aos que se deram ao trabalho de analisar, para lá do ruído, o que esta candidatura quis apresentar aos militantes e aos portugueses no campo das ideias. Agradeço, nomeadamente, e acho que o posso fazer em nome da candidatura, as palavras simpáticas, hoje no Público, de José Manuel Fernandes, que nos faz a justiça de reconhecer que apresentamos “a moção de estratégia mais inovadora e interessante”, do Henrique Raposo, no Expresso, que dá nota que na sua opinião o programa de JPAB “deve merecer a atenção do partido e do país”, ou do Paulo Pinto Mascarenhas, que já havia referido no 31 da Armada, aquando do trabalho que fez de comparação aos vários programas para o jornal i, que “a moção de José Pedro Aguiar-Branco é a que revela mais profundidade e ideias mais sólidas, sendo a mais inovadora e completa das três”, percebendo-se ter havido “um trabalho de reflexão a sério”. Agradeço também ao Pedro Lomba, ao Pedro Marques Lopes, ao Miguel Morgado, ao Paulo Marcelo, à Filipa Martins e em especial ao Luís Menezes, ao Fernando Costa Lima e ao Luís Miguel Novais as palavras de incentivo que na hora certa me ajudaram a sentir que, apesar de tudo, este trabalho, que pretendi discreto, fazia sentido. Agradeço, finalmente, ao Colectivo Insurgente, que muito me aturou nesta fase, particularmente a Elisabete Joaquim, que me acompanhou nestas lutas, e o AAA e o Migas, cujos bons conselhos nunca dispenso.
Quero ainda testemunhar que durante este período promovemos sempre em linha e sob tutela directa do JPAB uma forte discussão e recolha de contributos junto de mais de cinquenta pessoas, que deram lugar à publicação interna de inúmeros papers e documentos prévios que ajudaram a definir de forma sustentada e coerente aquilo que foram, não só as opções e intervenções ao longo da campanha, em debates, entrevistas, e intervenções junto de militantes, como o documento final da Moção de Estratégia Global. Um trabalho de equipa sério, e genuinamente preocupado em responder aos problemas reais que o país enfrenta.
Agradeço publicamente ao José Pedro Aguiar-Branco todos os desafios que me lançou nos últimos três anos, os que aceitei e os que não pude acompanhar, e espero ter correspondido, com o meu esforço e forma de estar, e no meu reduzido campo de acção, para ajudar a dignificar o debate político. Agradeço também o seu exemplo, que espero conseguir interpretar no futuro na minha vida pessoal e profissional.
Lamento que, infelizmente, o ruído se sobreponha sempre à substância, e que haja uma predominância do romance de cordel e das histórias de faca e alguidar sobre o debate de ideias. Eu não dei para o peditório da baixa política, chegando ao fim da campanha com a sensação do dever cumprido, e com a minha consciência cívica perfeitamente tranquila. Qualquer que seja o resultado, hoje vou dormir, finalmente, o sono dos justos.
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Como é sabido de alguns, nos últimos meses fiz parte do grupo que ajudou a dar corpo à candidatura de JPAB, com responsabilidades na produção de conteúdos e na dinamização de todos aqueles que optaram por colaborar na moção de estratégia global e na linha de pensamento que o candidato quis apresentar ao PSD.
Em primeiro lugar, quero manifestar o meu reconhecimento aos que se deram ao trabalho de analisar, para lá do ruído, o que esta candidatura quis apresentar aos militantes e aos portugueses no campo das ideias. Agradeço, nomeadamente, e acho que o posso fazer em nome da candidatura, as palavras simpáticas, hoje no Público, de José Manuel Fernandes, que nos faz a justiça de reconhecer que apresentamos “a moção de estratégia mais inovadora e interessante”, do Henrique Raposo, no Expresso, que dá nota que na sua opinião o programa de JPAB “deve merecer a atenção do partido e do país”, ou do Paulo Pinto Mascarenhas, que já havia referido no 31 da Armada, aquando do trabalho que fez de comparação aos vários programas para o jornal i, que “a moção de José Pedro Aguiar-Branco é a que revela mais profundidade e ideias mais sólidas, sendo a mais inovadora e completa das três”, percebendo-se ter havido “um trabalho de reflexão a sério”. Agradeço também ao Pedro Lomba, ao Pedro Marques Lopes, ao Miguel Morgado, ao Paulo Marcelo, à Filipa Martins e em especial ao Luís Menezes, ao Fernando Costa Lima e ao Luís Miguel Novais as palavras de incentivo que na hora certa me ajudaram a sentir que, apesar de tudo, este trabalho, que pretendi discreto, fazia sentido. Agradeço, finalmente, ao Colectivo Insurgente, que muito me aturou nesta fase, particularmente a Elisabete Joaquim, que me acompanhou nestas lutas, e o AAA e o Migas, cujos bons conselhos nunca dispenso.
Quero ainda testemunhar que durante este período promovemos sempre em linha e sob tutela directa do JPAB uma forte discussão e recolha de contributos junto de mais de cinquenta pessoas, que deram lugar à publicação interna de inúmeros papers e documentos prévios que ajudaram a definir de forma sustentada e coerente aquilo que foram, não só as opções e intervenções ao longo da campanha, em debates, entrevistas, e intervenções junto de militantes, como o documento final da Moção de Estratégia Global. Um trabalho de equipa sério, e genuinamente preocupado em responder aos problemas reais que o país enfrenta.
Agradeço publicamente ao José Pedro Aguiar-Branco todos os desafios que me lançou nos últimos três anos, os que aceitei e os que não pude acompanhar, e espero ter correspondido, com o meu esforço e forma de estar, e no meu reduzido campo de acção, para ajudar a dignificar o debate político. Agradeço também o seu exemplo, que espero conseguir interpretar no futuro na minha vida pessoal e profissional.
Lamento que, infelizmente, o ruído se sobreponha sempre à substância, e que haja uma predominância do romance de cordel e das histórias de faca e alguidar sobre o debate de ideias. Eu não dei para o peditório da baixa política, chegando ao fim da campanha com a sensação do dever cumprido, e com a minha consciência cívica perfeitamente tranquila. Qualquer que seja o resultado, hoje vou dormir, finalmente, o sono dos justos.