Sem título

19-12-2009
marcar artigo

A Sociedade Filarmónica Avelarense, que no passado dia 7 de Novembro comemorou 90 anos de existência, realizou no domingo dia 13 de Novembro a sua festa de aniversário. Para assinalar esta data, realizou uma arruada pelas principais ruas da vila à qual se seguiu um almoço convívio com executantes, sócios e alguns convidados. Dos convidados que nos honraram com a sua presença, destaque para a já habitual presença do Sr. presidente da Câmara Municipal, Dr. Fernando Marques e alguns dos seus vereadores, o Sr. Governador Civil, nosso conterrâneo, Dr. José Miguel Medeiros e o Sr. Delegado da Secretaria de Estado da Cultura do Centro, Prof. Dr. António Pedro Pita. A finalizar o repasto, o Presidente da Assembleia Geral, Dr . José Carlos Simões, iniciou a sua intervenção fazendo um breve balanço destes noventa anos da colectividade e exortando os mais jovens a permanecerem o maior número possível de anos nas suas fileiras. Seguiu-se no uso da palavra o Presidente da Direcção, Amândio Godinho, tendo feito o balanço de mais um ano de actividades. Ao falar de alguns projectos e ambições da colectividade deixou algumas palavras de esperança para o futuro da colectividade. A finalizar a sua intervenção, o Presidente da Direcção, procedeu a uma homenagem simples a três homens que há longos anos dão o melhor de si em prol da nossa colectividade: o Sr. Basílio Marques, o Sr. José Maria Rosa Medeiros e o Sr. Alberto José Curado Rodrigues Rosa. A homenagem consistiu na oferta, a cada um, de uma pequena salva de prata em que a direcção agradece a sua dedicação. É sem dúvida um reconhecimento merecido pois o Sr. Basílio Marques, sócio de há muitos anos, foi presidente da direcção nos anos 60, pertenceu aos corpos gerentes várias vezes, e desde então tem estado sempre disponível para colaborar com gosto e entusiasmo para o bem e o progresso da Sociedade Filarmónica Avelarense. José Maria Rosa Medeiros é desde há alguns anos o músico menos jovem nas suas fileiras e, se esta actividade é por vezes cansativa para os que ainda são jovens, louvemos o esforço de quem entrou para a filarmónica há cerca de cinquenta e três anos e a abraçou sempre que a vida o permitiu. O Alberto Rosa possui também já um vasto currículo na SFA: músico há quarenta e três anos passou também por muitas direcções desta casa. Basílio Marques José Maria Medeiros Alberto Rosa Usaram ainda da palavra o Presidente da Câmara, o Governador Civil e o Delegado da Secretaria de Estado da Cultura do Centro. Destaque para a intervenção deste último convidado que, depois de ter endereçado os parabéns à aniversariante SFA, e tecido algumas considerações sobre a importância das colectividades e destas comemorações, brindou a nossa colectividade com uma significativa prenda e algumas boas notícias. De facto, a prenda que o senhor delegado receava que o presidente da Direcção não fosse capaz de desembrulhar (um bombo de concerto), não é uma prenda que se receba todos os dias e bem falta estava a fazer à banda desta colectividade. No campo das boas notícias o senhor delegado demonstrou estar empenhado na missão de estar próximo das colectividades, conhecer a sua realidade, os seus problemas e os seus projectos e sempre que possível dar algum apoio. No campo específico da nossa actividade expôs as linhas de acção que pretende levar a cabo no desempenho destas funções e que se desenrolará em quatro vertentes: apoiar trabalhos de pesquisa que abordem a história das filarmónicas; apoio à edição de partituras de compositores portugueses que existam nos seus arquivos; a promoção de acções de formação para maestros de bandas e, por fim, e não menos importante, a organização de um mapa de concertos em toda a região centro, durante a ”época baixa”, de forma a permitir que as filarmónicas e os seus músicos tenham oportunidade de mostrar o fruto do seu trabalho. Numa época em que, por vezes, as comissões de festa apenas pretendem de nós arruadas e procissões e em que para fazermos um concerto nos deparamos com a falta das condições mínimas e até falta de autorização, oxalá esta última intenção do senhor delegado da Secretaria de Estado da Cultura seja levada a bom porto. O almoço terminou com o cantar dos parabéns e a distribuição do bolo de aniversário mas a festa, para os mais resistentes, durou toda a tarde. Jornal "Horizonte" 1-12-2005

A Sociedade Filarmónica Avelarense, que no passado dia 7 de Novembro comemorou 90 anos de existência, realizou no domingo dia 13 de Novembro a sua festa de aniversário. Para assinalar esta data, realizou uma arruada pelas principais ruas da vila à qual se seguiu um almoço convívio com executantes, sócios e alguns convidados. Dos convidados que nos honraram com a sua presença, destaque para a já habitual presença do Sr. presidente da Câmara Municipal, Dr. Fernando Marques e alguns dos seus vereadores, o Sr. Governador Civil, nosso conterrâneo, Dr. José Miguel Medeiros e o Sr. Delegado da Secretaria de Estado da Cultura do Centro, Prof. Dr. António Pedro Pita. A finalizar o repasto, o Presidente da Assembleia Geral, Dr . José Carlos Simões, iniciou a sua intervenção fazendo um breve balanço destes noventa anos da colectividade e exortando os mais jovens a permanecerem o maior número possível de anos nas suas fileiras. Seguiu-se no uso da palavra o Presidente da Direcção, Amândio Godinho, tendo feito o balanço de mais um ano de actividades. Ao falar de alguns projectos e ambições da colectividade deixou algumas palavras de esperança para o futuro da colectividade. A finalizar a sua intervenção, o Presidente da Direcção, procedeu a uma homenagem simples a três homens que há longos anos dão o melhor de si em prol da nossa colectividade: o Sr. Basílio Marques, o Sr. José Maria Rosa Medeiros e o Sr. Alberto José Curado Rodrigues Rosa. A homenagem consistiu na oferta, a cada um, de uma pequena salva de prata em que a direcção agradece a sua dedicação. É sem dúvida um reconhecimento merecido pois o Sr. Basílio Marques, sócio de há muitos anos, foi presidente da direcção nos anos 60, pertenceu aos corpos gerentes várias vezes, e desde então tem estado sempre disponível para colaborar com gosto e entusiasmo para o bem e o progresso da Sociedade Filarmónica Avelarense. José Maria Rosa Medeiros é desde há alguns anos o músico menos jovem nas suas fileiras e, se esta actividade é por vezes cansativa para os que ainda são jovens, louvemos o esforço de quem entrou para a filarmónica há cerca de cinquenta e três anos e a abraçou sempre que a vida o permitiu. O Alberto Rosa possui também já um vasto currículo na SFA: músico há quarenta e três anos passou também por muitas direcções desta casa. Basílio Marques José Maria Medeiros Alberto Rosa Usaram ainda da palavra o Presidente da Câmara, o Governador Civil e o Delegado da Secretaria de Estado da Cultura do Centro. Destaque para a intervenção deste último convidado que, depois de ter endereçado os parabéns à aniversariante SFA, e tecido algumas considerações sobre a importância das colectividades e destas comemorações, brindou a nossa colectividade com uma significativa prenda e algumas boas notícias. De facto, a prenda que o senhor delegado receava que o presidente da Direcção não fosse capaz de desembrulhar (um bombo de concerto), não é uma prenda que se receba todos os dias e bem falta estava a fazer à banda desta colectividade. No campo das boas notícias o senhor delegado demonstrou estar empenhado na missão de estar próximo das colectividades, conhecer a sua realidade, os seus problemas e os seus projectos e sempre que possível dar algum apoio. No campo específico da nossa actividade expôs as linhas de acção que pretende levar a cabo no desempenho destas funções e que se desenrolará em quatro vertentes: apoiar trabalhos de pesquisa que abordem a história das filarmónicas; apoio à edição de partituras de compositores portugueses que existam nos seus arquivos; a promoção de acções de formação para maestros de bandas e, por fim, e não menos importante, a organização de um mapa de concertos em toda a região centro, durante a ”época baixa”, de forma a permitir que as filarmónicas e os seus músicos tenham oportunidade de mostrar o fruto do seu trabalho. Numa época em que, por vezes, as comissões de festa apenas pretendem de nós arruadas e procissões e em que para fazermos um concerto nos deparamos com a falta das condições mínimas e até falta de autorização, oxalá esta última intenção do senhor delegado da Secretaria de Estado da Cultura seja levada a bom porto. O almoço terminou com o cantar dos parabéns e a distribuição do bolo de aniversário mas a festa, para os mais resistentes, durou toda a tarde. Jornal "Horizonte" 1-12-2005

marcar artigo