Entre as brumas da memória: Maiorias absolutas, não muito obrigada

19-12-2009
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Já estão na rua todas as sondagens relativas às votações para a CML nas eleições do próximo Domingo. Todas apontam para a vitória do PS e parece assim afastada a ameaça de termos de novo Santana Lopes à frente da autarquia – o que é uma excelente notícia não só para Lisboa como para a nossa sanidade mental.Estará apenas em dúvida, aparentemente, se António Costa terá, ou não, a maioria absoluta. Por mim desejo que não tenha, o que estará longe de surpreender quem frequente habitualmente este blogue. No caso vertente, para uma gestão «à esquerda», tão democrática e tão transparente quanto possível, e menos dependente das políticas do governo central, considero não só benéfico como indispensável que a acção dos vereadores do PS seja «complementada» pela presença de Luís Fazenda e de Ruben de Carvalho - nem quero imaginar o que poderia ser uma vereação apenas bicromática.Assim sendo, e como já terá ficado claro, o meu voto não irá para António Costa mas sim para o Bloco. Adianto a resposta a um argumento inevitável que sempre, mas sempre, faz renascer o fantasma do voto útil: se todos os eleitores «de esquerda» pensassem como eu, Pedro Santana Lopes seria eleito. Pois, mas não pensam…


Já estão na rua todas as sondagens relativas às votações para a CML nas eleições do próximo Domingo. Todas apontam para a vitória do PS e parece assim afastada a ameaça de termos de novo Santana Lopes à frente da autarquia – o que é uma excelente notícia não só para Lisboa como para a nossa sanidade mental.Estará apenas em dúvida, aparentemente, se António Costa terá, ou não, a maioria absoluta. Por mim desejo que não tenha, o que estará longe de surpreender quem frequente habitualmente este blogue. No caso vertente, para uma gestão «à esquerda», tão democrática e tão transparente quanto possível, e menos dependente das políticas do governo central, considero não só benéfico como indispensável que a acção dos vereadores do PS seja «complementada» pela presença de Luís Fazenda e de Ruben de Carvalho - nem quero imaginar o que poderia ser uma vereação apenas bicromática.Assim sendo, e como já terá ficado claro, o meu voto não irá para António Costa mas sim para o Bloco. Adianto a resposta a um argumento inevitável que sempre, mas sempre, faz renascer o fantasma do voto útil: se todos os eleitores «de esquerda» pensassem como eu, Pedro Santana Lopes seria eleito. Pois, mas não pensam…

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