A deterioração da situação económica da Credibom deve-se à redução das margens financeiras, ao aumento do risco do número de pessoas que não podem pagar os seus empréstimos, e a uma queda no mercado de crédito ao consumo que, em Portugal, caiu 26 por cento em 2009.
Já em 2010, em Portugal, esta queda ultrapassa já os 12 por cento, segundo o presidente da Credibom, João Leandro.
“Isto colocou a empresa numa situação difícil, com um quadro de pessoal extenso demais para a actividade, e a única maneira de assegurar a viabilidade da Credibom e manter os 400 postos de trabalho é avançar para uma reestruturação”, afirmou o responsável.
Categorias
Entidades
A deterioração da situação económica da Credibom deve-se à redução das margens financeiras, ao aumento do risco do número de pessoas que não podem pagar os seus empréstimos, e a uma queda no mercado de crédito ao consumo que, em Portugal, caiu 26 por cento em 2009.
Já em 2010, em Portugal, esta queda ultrapassa já os 12 por cento, segundo o presidente da Credibom, João Leandro.
“Isto colocou a empresa numa situação difícil, com um quadro de pessoal extenso demais para a actividade, e a única maneira de assegurar a viabilidade da Credibom e manter os 400 postos de trabalho é avançar para uma reestruturação”, afirmou o responsável.