Em poucas semanas, a maior central de táxis da capital, a Rádio Táxis de Lisboa (Retalis), perdeu cerca de uma centena de sócios para o seu principal concorrente, a Autocoope. Na raiz desta migração está um GPS. Sim, um GPS.Miguel Pradomiguelprado@negocios.ptCelso Filipecfilipe@negocios.pt,Em poucas semanas, a maior central de táxis da capital, a Rádio Táxis de Lisboa (Retalis), perdeu cerca de uma centena de sócios para o seu principal concorrente, a Autocoope. Na raiz desta migração está um GPS. Sim, um GPS. A Retalis, hoje com 850 táxis nas ruas lisboetas, tem vindo a implementar um novo sistema de gestão dos pedidos dos clientes, propondo aos taxistas a compra do sistema de navegação. Mas nem todos estão de acordo com esta modernização. João F. (nome fictício) é um dos que abandonaram a Retalis, descontente com a forma como o GPS foi introduzido pela direcção da cooperativa. "Não concordei com a maneira como o negócio foi feito. Numa primeira fase os contratos que nos apresentaram eram apenas em inglês e só depois os traduziram. E o GPS não era nada daquilo que tínhamos visto e está ultrapassadíssimo. Por isso, agora, estão a mudar o 'software'", conta..
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Em poucas semanas, a maior central de táxis da capital, a Rádio Táxis de Lisboa (Retalis), perdeu cerca de uma centena de sócios para o seu principal concorrente, a Autocoope. Na raiz desta migração está um GPS. Sim, um GPS.Miguel Pradomiguelprado@negocios.ptCelso Filipecfilipe@negocios.pt,Em poucas semanas, a maior central de táxis da capital, a Rádio Táxis de Lisboa (Retalis), perdeu cerca de uma centena de sócios para o seu principal concorrente, a Autocoope. Na raiz desta migração está um GPS. Sim, um GPS. A Retalis, hoje com 850 táxis nas ruas lisboetas, tem vindo a implementar um novo sistema de gestão dos pedidos dos clientes, propondo aos taxistas a compra do sistema de navegação. Mas nem todos estão de acordo com esta modernização. João F. (nome fictício) é um dos que abandonaram a Retalis, descontente com a forma como o GPS foi introduzido pela direcção da cooperativa. "Não concordei com a maneira como o negócio foi feito. Numa primeira fase os contratos que nos apresentaram eram apenas em inglês e só depois os traduziram. E o GPS não era nada daquilo que tínhamos visto e está ultrapassadíssimo. Por isso, agora, estão a mudar o 'software'", conta..