é agoraa translucidez da partidao gosto de comer romãs sozinhocom nódoas ou sem elas e as mãos acabadas de ler como um poema sem autorsem céu ou mãos outras que sustentem a vontade de ficare irno lado de dentro da viagem com a consciência a saber a vómitoladrão de nós de marinheiro à socapa nos livros de aventurasque a vida é ainda assim a maior aventuramas soa a falso se for levada demasiado a sérioe os marinheiros sabem fazer nós porque são os levitas da Saudadee nósos paridos da terratemos a alma a voar em espaços sem o odor do horizontesó promessas naufragadas de chegar Alémnósatados de espanto e farrapos de incêndios fátuosarlequins de depois do baile de máscarasafoitos fazedores de contristurapartiré já ir longe de maismas os barcos dão a volta ao mundosempre de cabeça para baixo gerando o esquecimentoda verdade do mar ser firmamentopara os que veramente acreditam em Galileu
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é agoraa translucidez da partidao gosto de comer romãs sozinhocom nódoas ou sem elas e as mãos acabadas de ler como um poema sem autorsem céu ou mãos outras que sustentem a vontade de ficare irno lado de dentro da viagem com a consciência a saber a vómitoladrão de nós de marinheiro à socapa nos livros de aventurasque a vida é ainda assim a maior aventuramas soa a falso se for levada demasiado a sérioe os marinheiros sabem fazer nós porque são os levitas da Saudadee nósos paridos da terratemos a alma a voar em espaços sem o odor do horizontesó promessas naufragadas de chegar Alémnósatados de espanto e farrapos de incêndios fátuosarlequins de depois do baile de máscarasafoitos fazedores de contristurapartiré já ir longe de maismas os barcos dão a volta ao mundosempre de cabeça para baixo gerando o esquecimentoda verdade do mar ser firmamentopara os que veramente acreditam em Galileu