José Lello já foi um cantor de baladas (vídeo)

24-03-2011
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Política

José Lello já foi um cantor de baladas (vídeo)

07-01-2011

Por Sara Capelo

Os universitários do Porto vibravam com os concertos daquilo que lá fora chamavam rock’n’roll – em Portugal era a música yé-yé. Entre as bandas que nos anos 1960 faziam furor na cidade estavam os grupos de José Lello, um estudante do curso de Máquinas e Electricidade no Instituto Industrial que tocava piano, saxofone e cantava. A sua carreira musical, redescoberta pelo blogue Cantigueiro na mesma semana em que o WikiLeaks deu a conhecer uma visita secreta de Lello à embaixada americana em Lisboa, começou em 1962 com Os Cinco Académicos.

Dois anos depois, transferiu-se para o Conjunto Sousa Pinto, onde gravou 3 EPs. Já na tropa, passou pelos Inova 67. E a sua participação em conjuntos terminou com o fim dos Titãs, em 1969. O estudante, que então também praticava andebol, deu voz ao último EP da banda de Matosinhos: One Way Love, que incluía os títulos We Gotta Make Love, Mira-me Maria e Janela Aberta.

Depois veio uma curta carreira a solo. O jovem inspirava-se em José Mário Branco e noutros cantores de intervenção. “Devido à envolvente política fiz músicas contra o regime”, explica à SÁBADO o deputado do PS. Quando em 1969 lançou Alvorada, o seu primeiro EP a solo, a crítica aplaudiu. José Lello, então com 25 anos, “é alguém que surge e de quem há muito a esperar. As nossas esperanças ficam nele depositadas”, escrevia a revista Plateia a 14 de Outubro de 1969, quando elegeu Alvorada disco da semana.

Leia o artigo completo esta semana na revista SÁBADO.

Política

José Lello já foi um cantor de baladas (vídeo)

07-01-2011

Por Sara Capelo

Os universitários do Porto vibravam com os concertos daquilo que lá fora chamavam rock’n’roll – em Portugal era a música yé-yé. Entre as bandas que nos anos 1960 faziam furor na cidade estavam os grupos de José Lello, um estudante do curso de Máquinas e Electricidade no Instituto Industrial que tocava piano, saxofone e cantava. A sua carreira musical, redescoberta pelo blogue Cantigueiro na mesma semana em que o WikiLeaks deu a conhecer uma visita secreta de Lello à embaixada americana em Lisboa, começou em 1962 com Os Cinco Académicos.

Dois anos depois, transferiu-se para o Conjunto Sousa Pinto, onde gravou 3 EPs. Já na tropa, passou pelos Inova 67. E a sua participação em conjuntos terminou com o fim dos Titãs, em 1969. O estudante, que então também praticava andebol, deu voz ao último EP da banda de Matosinhos: One Way Love, que incluía os títulos We Gotta Make Love, Mira-me Maria e Janela Aberta.

Depois veio uma curta carreira a solo. O jovem inspirava-se em José Mário Branco e noutros cantores de intervenção. “Devido à envolvente política fiz músicas contra o regime”, explica à SÁBADO o deputado do PS. Quando em 1969 lançou Alvorada, o seu primeiro EP a solo, a crítica aplaudiu. José Lello, então com 25 anos, “é alguém que surge e de quem há muito a esperar. As nossas esperanças ficam nele depositadas”, escrevia a revista Plateia a 14 de Outubro de 1969, quando elegeu Alvorada disco da semana.

Leia o artigo completo esta semana na revista SÁBADO.

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