O CARVALHADAS: O inédito, o execrável e o pântano.

03-08-2010
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Este sitio muito mal frequentado, expressão minha, muito antes de ser utilizada por outro, mas que dou de barato, está cada vez em melhor forma.Os indígenas das várias tribos que afinal defendem o subsidiozinho, o tachinho ou o roubo em larga escala e de grande montante da mesa do orçamento já muito delapidado, porque isto de fechar empresas todos os dias e todos os dias haver mais gente sem trabalho, vai ter consequências que nem Bruxelas pode salvar.Não se safam os indígenas do que aí vem no dia seguinte, mesmo que o mentiroso artista, que uma vezes é secretário do PS, outra vez Primeiro Ministro do sítio, como um arlequim, que alguns injustamente, chamam de pinóquio, venha dizer que afinal a culpa foi da crise de fora, como o mar de fora é pior que o mar de vento. É injusto chamar de Pinóquio ao indivíduo, embora dê ares devido à excrescência nasal, mas se fosse, a penca crescia quando mente, o que pode ser muitas vezes verificado, mas que tem cara de pau lá isso tem.Passando do execrável ao inédito, uma coisa chamada de CSM veio dizer que é normal que um funcionário público tenha a nota congelada devido a um processo de um tal de Pedroso que está em trânsito e assim tem de aguardar que a coisa descongestione e depois acham também normal, coisa da lei, coitados de nós indígenas, que sete, número cabalístico, sejam designados por aquela coisa a que se designou chamar de Assembleia da República cá do sítio e logo, não podem ser identificados por partidos ou designados pelos ditos, coisa muito confusa para a minha pobre cabeça de toupeira que há muito tempo não fala com o os ratos do Largo assim chamado, na aldeia grande. Veio uma notícia não confirmada, que esses ditos ratos, foram eliminados, para não haver confusões com escutas ortodoxas porque as heterodoxas não estão ao nosso alcance, digo isto, porque acho que tenho ao menos que dar apoio aos corajosos ratos que foram desratizados pelos homens de negro vestidos.Resta o pântano, para que vão votar todos os que votam.Os coerentes de cartão, os subsidiados, os lambe botas, os empregados com medo de perder o emprego, os sobrinhos ou nepotes, o lumpenproletariat do rendimento mínimo garantido, os aleijados de espírito, que não são poucos e todos os analfabetos que não sabem que existem, mas que têm medo que o Socas, Socrátes, Sócras, Sócrates e o Louçã seminarista adiado, seja varrido e assim é melhor lixar os PPR que os RMI ou não vá o senhor doutor engenheiro lhes tirar ou baixar a reformazita ou o subsidiozinho.Mas o pântano, esse não perdoa, é pestilento e cresce em tamanho e quem se lá atola de lá não sai, melhor dizendo, é todo o sítio, o pântano, e no dia seguinte, como do dia seguinte a uma explosão nuclear vai ser do melhor e é melhor estar de toca.Este é o sítio malfrequentado, execrável, inédito e pantanoso, e a ordem dos factores é como numa conta de somar ou multiplicar.Deus e todos os Santos lhes valham, humanos do pântano!

Este sitio muito mal frequentado, expressão minha, muito antes de ser utilizada por outro, mas que dou de barato, está cada vez em melhor forma.Os indígenas das várias tribos que afinal defendem o subsidiozinho, o tachinho ou o roubo em larga escala e de grande montante da mesa do orçamento já muito delapidado, porque isto de fechar empresas todos os dias e todos os dias haver mais gente sem trabalho, vai ter consequências que nem Bruxelas pode salvar.Não se safam os indígenas do que aí vem no dia seguinte, mesmo que o mentiroso artista, que uma vezes é secretário do PS, outra vez Primeiro Ministro do sítio, como um arlequim, que alguns injustamente, chamam de pinóquio, venha dizer que afinal a culpa foi da crise de fora, como o mar de fora é pior que o mar de vento. É injusto chamar de Pinóquio ao indivíduo, embora dê ares devido à excrescência nasal, mas se fosse, a penca crescia quando mente, o que pode ser muitas vezes verificado, mas que tem cara de pau lá isso tem.Passando do execrável ao inédito, uma coisa chamada de CSM veio dizer que é normal que um funcionário público tenha a nota congelada devido a um processo de um tal de Pedroso que está em trânsito e assim tem de aguardar que a coisa descongestione e depois acham também normal, coisa da lei, coitados de nós indígenas, que sete, número cabalístico, sejam designados por aquela coisa a que se designou chamar de Assembleia da República cá do sítio e logo, não podem ser identificados por partidos ou designados pelos ditos, coisa muito confusa para a minha pobre cabeça de toupeira que há muito tempo não fala com o os ratos do Largo assim chamado, na aldeia grande. Veio uma notícia não confirmada, que esses ditos ratos, foram eliminados, para não haver confusões com escutas ortodoxas porque as heterodoxas não estão ao nosso alcance, digo isto, porque acho que tenho ao menos que dar apoio aos corajosos ratos que foram desratizados pelos homens de negro vestidos.Resta o pântano, para que vão votar todos os que votam.Os coerentes de cartão, os subsidiados, os lambe botas, os empregados com medo de perder o emprego, os sobrinhos ou nepotes, o lumpenproletariat do rendimento mínimo garantido, os aleijados de espírito, que não são poucos e todos os analfabetos que não sabem que existem, mas que têm medo que o Socas, Socrátes, Sócras, Sócrates e o Louçã seminarista adiado, seja varrido e assim é melhor lixar os PPR que os RMI ou não vá o senhor doutor engenheiro lhes tirar ou baixar a reformazita ou o subsidiozinho.Mas o pântano, esse não perdoa, é pestilento e cresce em tamanho e quem se lá atola de lá não sai, melhor dizendo, é todo o sítio, o pântano, e no dia seguinte, como do dia seguinte a uma explosão nuclear vai ser do melhor e é melhor estar de toca.Este é o sítio malfrequentado, execrável, inédito e pantanoso, e a ordem dos factores é como numa conta de somar ou multiplicar.Deus e todos os Santos lhes valham, humanos do pântano!

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