Os partidos, as coligações e os grupos de cidadãos que concorreram às eleições autárquicas de 2005 no distrito gastaram 2,2 milhões de euros na campanha eleitoral. Um bolo para o qual o Partido Socialista mais contribuiu, com uma despesa de 1,2 milhões de euros, apesar de ter alcançado um resultado eleitoral que se cifrou na redução para metade das câmaras municipais conquistadas (perdeu Lamego, Nelas, Santa Comba Dão e Vila Nova de Paiva e manteve Cinfães, Mortágua, Resende e Tarouca). A despesa do Partido Socialista nos 24 municípios do distrito foi o dobro do dinheiro gasto pelo PSD, que concorreu de forma autónoma a 17 câmaras municipais (com um gasto de 662 mil euros) e coligado com o CDS/PP em sete autarquias (165 mil euros). A disparidade não merece comentários do presidente da Federação Distrital do PS de Viseu, José Junqueiro, que garante desconhecer os números oficialmente. Na generalidade, os gastos dos protagonistas eleitorais foram superiores às verbas arrecadadas, através, por exemplo, da subvenção estatal ou de donativos. As receitas, as despesas e os orçamentos dos partidos e grupos de cidadãos nas eleições de 2005 foram, pela primeira vez, sujeitos a apresentação à Entidade das Contas (EC), criada junto do Tribunal Constitucional. As contas da campanha eleitoral para as autárquicas estão, agora, em “processo de auditoria” pela EC.FONTE: Jornal Do Centro
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Os partidos, as coligações e os grupos de cidadãos que concorreram às eleições autárquicas de 2005 no distrito gastaram 2,2 milhões de euros na campanha eleitoral. Um bolo para o qual o Partido Socialista mais contribuiu, com uma despesa de 1,2 milhões de euros, apesar de ter alcançado um resultado eleitoral que se cifrou na redução para metade das câmaras municipais conquistadas (perdeu Lamego, Nelas, Santa Comba Dão e Vila Nova de Paiva e manteve Cinfães, Mortágua, Resende e Tarouca). A despesa do Partido Socialista nos 24 municípios do distrito foi o dobro do dinheiro gasto pelo PSD, que concorreu de forma autónoma a 17 câmaras municipais (com um gasto de 662 mil euros) e coligado com o CDS/PP em sete autarquias (165 mil euros). A disparidade não merece comentários do presidente da Federação Distrital do PS de Viseu, José Junqueiro, que garante desconhecer os números oficialmente. Na generalidade, os gastos dos protagonistas eleitorais foram superiores às verbas arrecadadas, através, por exemplo, da subvenção estatal ou de donativos. As receitas, as despesas e os orçamentos dos partidos e grupos de cidadãos nas eleições de 2005 foram, pela primeira vez, sujeitos a apresentação à Entidade das Contas (EC), criada junto do Tribunal Constitucional. As contas da campanha eleitoral para as autárquicas estão, agora, em “processo de auditoria” pela EC.FONTE: Jornal Do Centro