«Falando sobre o problema da governabilidade em Portugal, Vitalino Canas escolheu qualificativos diferentes para os diversos cenários possíveis. Foi do "gravíssimo" (uma aliança com o PSD) ao "impossível" (com o PCP ou o BE), acabando numa formulação mais suave para eventuais entendimentos com o CDS (suscita apenas, no PS, "reservas" e "dúvidas", sendo "pouco credível").»Aí está o papão para as esquerdas: ou votam em nós ou só nos resta o CDS. Pois que venha uma aliança entre Sócrates e Portas - tudo ficaria talvez mais claro e as arrogâncias por vezes neutralizam-se. Outra maioria absoluta é que «jamais».
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«Falando sobre o problema da governabilidade em Portugal, Vitalino Canas escolheu qualificativos diferentes para os diversos cenários possíveis. Foi do "gravíssimo" (uma aliança com o PSD) ao "impossível" (com o PCP ou o BE), acabando numa formulação mais suave para eventuais entendimentos com o CDS (suscita apenas, no PS, "reservas" e "dúvidas", sendo "pouco credível").»Aí está o papão para as esquerdas: ou votam em nós ou só nos resta o CDS. Pois que venha uma aliança entre Sócrates e Portas - tudo ficaria talvez mais claro e as arrogâncias por vezes neutralizam-se. Outra maioria absoluta é que «jamais».