Haverá alguém que resista a levar de Gilbert Jeune uns tantos cadernos «réglure seyès»?Já quase não se escreve à mão, muito menos em cadernos. Mas estes são insubstituíveis, lindíssimos e aquela espécie de quadriculado passou (aparentemente, continua a passar) pela mão de gerações e gerações de franceses. Muitas das grandes obras da literatura e da filosofia desta terra começaram em «seyès» - por mais incrível que já possa parecer a muitos, não nasceram directamente em Word.E o cheiro dos cadernos – tal como o dos livros – não se parece absolutamente com nada.
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Haverá alguém que resista a levar de Gilbert Jeune uns tantos cadernos «réglure seyès»?Já quase não se escreve à mão, muito menos em cadernos. Mas estes são insubstituíveis, lindíssimos e aquela espécie de quadriculado passou (aparentemente, continua a passar) pela mão de gerações e gerações de franceses. Muitas das grandes obras da literatura e da filosofia desta terra começaram em «seyès» - por mais incrível que já possa parecer a muitos, não nasceram directamente em Word.E o cheiro dos cadernos – tal como o dos livros – não se parece absolutamente com nada.