Entre as brumas da memória: Memórias de Adriano

03-08-2010
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Rui Bebiano disse ontem que lhe custa ouvir Adriano Correia de Oliveira porque ele o faz viajar no tempo e recuar «ao país-Portugal, sequestrado e em permanente luto».Percebo perfeitamente. Mas, em mim, o efeito é exactamente o oposto: ouvir Adriano e José Afonso é recordar um grito que, nesse «permanente luto», nos alimentava a esperança. E que valeu a pena porque acabou por vencer.É a velha história da garrafa meia cheia ou meia vazia. Ou talvez seja apenas uma questão de idade...


Rui Bebiano disse ontem que lhe custa ouvir Adriano Correia de Oliveira porque ele o faz viajar no tempo e recuar «ao país-Portugal, sequestrado e em permanente luto».Percebo perfeitamente. Mas, em mim, o efeito é exactamente o oposto: ouvir Adriano e José Afonso é recordar um grito que, nesse «permanente luto», nos alimentava a esperança. E que valeu a pena porque acabou por vencer.É a velha história da garrafa meia cheia ou meia vazia. Ou talvez seja apenas uma questão de idade...

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