Por mais que ninguém do Laboratório de Análises ou do CNAD (estamos a falar de luta antidoping) queira responder às recentes declarações do vice benfiquista Fernando Tavares, que acusou Luís Horta de “perseguir o Benfica com o secretário de Estado – Laurentino Dias – a assistir”, dois factos há sem dúvida a constatar. Um, que o Benfica viu três atletas seus envolvidos em casos de controlo positivo: Nuno Assis, António Tavares (basquetebolista) e, agora, Paulo Barata, do râguebi. Outro, que fora estes casos, e o do atleta Fernando Silva – mas esse reconheceu o seu erro – não parece haver mais nada a registar nesta matéria. O que já não é nada mau. O Jogo 361/22 Sab, 17 Fev 2007
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Por mais que ninguém do Laboratório de Análises ou do CNAD (estamos a falar de luta antidoping) queira responder às recentes declarações do vice benfiquista Fernando Tavares, que acusou Luís Horta de “perseguir o Benfica com o secretário de Estado – Laurentino Dias – a assistir”, dois factos há sem dúvida a constatar. Um, que o Benfica viu três atletas seus envolvidos em casos de controlo positivo: Nuno Assis, António Tavares (basquetebolista) e, agora, Paulo Barata, do râguebi. Outro, que fora estes casos, e o do atleta Fernando Silva – mas esse reconheceu o seu erro – não parece haver mais nada a registar nesta matéria. O que já não é nada mau. O Jogo 361/22 Sab, 17 Fev 2007