O Monárquico

03-08-2010
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Intervenção Real Apesar de serem vários e de vária ordem os problemas que assolam Portugal, não deixa de ser de lamentar a ausência de intervenção - ou pelo menos de conhecimento desta - de Sua Alteza Real. D. Duarte de Bragança, como Pretendente ao Trono de Portugal e por inerência a Chefe de Estado pode e, mais importante ainda, deve intervir com regularidade, actuando como um autêntico Chefe de Estado sombra não se limitando à passividade e a ficar eternamente à espera que as coisas mudem e que o Trono caia do céu. E com esta conjuntura então...
A estratégia da república para desacreditar e fazer esquecer a Chefia deEstado Real, com o objectivo de tornar definitivamente impossível a restauração da Monarquia em Portugal, assenta em dois pilares que se complementam e tem na Imprensa, ou pelo menos na sua maior parte e na maior parte dos chamados «opinion makers» o seu grande cavalo de batalha.
Um deles consiste naquilo que eu designo por processo de idiotização de S.A.R. O objectivo, está bem de ver, consiste em apresentar e fazer crer, à opinião pública, que o senhor D. Duarte não passa de um pobre indigente mental com capacidade intelectual nula. Alguém que não tem, nem é capaz de ter, opiniões sobre os vários assuntos que dizem respeito a Portugal e que não é tão pouco capaz de apontar caminhos ou dar sugestões que possam ser postas em prática. Há tão só uma figura pitoresca do «jet-set» que se limita a ir a festas e outros acontecimentos do género; estando ao nível das figuras mais folclóricas desse meio e que acalenta a ilusão de um dia poder vir a ser Rei de Portugal. Para complementar o estratagema, é necessário que tanto as actividades como as intervenções de D. Duarte e/ou D. Isabel não sejam do conhecimento público, procurando ignorar e abafar o mais possíveltodas as suas acasiões e publicitar fortemente uma ou outra intervenção menos feliz ou que suscite mais polémica bem como possíveis fracturas ou polémicas que surjam no seio do movimento moná¡rquico.Posto isto, porque não utilizar este site que divulga a causa monárquica, comoveí­culo privilegiado para divulgar as actividades e intervenções de D. Duarte e D. Isabel tornando-as do conhecimento público, em geral, e do conhecimento de todos os defensores e simpatizantes da Monarquia, em particular? E para complemento, recorrer ao mediatismo, capitalizando a imensa popularidade que detêm junto dos Portugueses, forjando as barreiras impostas, e visitando, por exemplo, as zonas mais afectadas pelos incêndios deste verão, coisa que o actual Chefe de Estado não se dignou a fazer preferindo antes partir para a Grécia na companhia de sua famí­lia - que em república, ao contrário da Famí­lia Real, é constitui­da por pessoas completamente estranhas aos actos oficiais e insignificantes para a vida do Estado e que é apenas uma famí­lia privada como qualquer outra mas cuja prerrogativa é paga com o dinheiro de todos nós - como se afinal de um Rei se tratasse, para ir assistir à cerimónia de abertura dos Jogos Olí­mpicos. Note-se que o site da Casa Real há muito que não sofre alterações quer ao nível da Agenda Real quer no que toca a intervenções. As últimas, veja-se, datam de 2003. Esta ausência só favorece a situação e aqueles que querem que tudo fique na mesma fornecendo-lhes um argumento de peso que sustente a sua posição. Se o que se pretende é contrariar a situação e despertar a consciência nacional era bom que houvesse mais agressividade, marcação cerradí­ssima e pressão total em todas as frentes para que seja posta em evidência a qualidade e as diferenças da Chefia de Estado Real versus a chefia de estado republicana.
VIVA PORTUGAL!
PS: Pelo menos uma revista da especialidade assegura que D. Duarte foi convidado para participar na nova «novela da vida real» Quinta das Celebridades, da TVI para, alegadamente, ganhar popularidade. Como se não fosse já bastante popular entre os Portugueses. Esta revista garante também que Sua Alteza Real recusou categoricamente o convite. A ser verdade está-se mesmo a ver que tipo de «boneco» se pretendia, qual a sua função e quais os objectivos.
D. Duarte fez muití­ssimo bem em recusar este «presente envenenado». No entanto se cometesse o erro de aceitar...


Intervenção Real Apesar de serem vários e de vária ordem os problemas que assolam Portugal, não deixa de ser de lamentar a ausência de intervenção - ou pelo menos de conhecimento desta - de Sua Alteza Real. D. Duarte de Bragança, como Pretendente ao Trono de Portugal e por inerência a Chefe de Estado pode e, mais importante ainda, deve intervir com regularidade, actuando como um autêntico Chefe de Estado sombra não se limitando à passividade e a ficar eternamente à espera que as coisas mudem e que o Trono caia do céu. E com esta conjuntura então...
A estratégia da república para desacreditar e fazer esquecer a Chefia deEstado Real, com o objectivo de tornar definitivamente impossível a restauração da Monarquia em Portugal, assenta em dois pilares que se complementam e tem na Imprensa, ou pelo menos na sua maior parte e na maior parte dos chamados «opinion makers» o seu grande cavalo de batalha.
Um deles consiste naquilo que eu designo por processo de idiotização de S.A.R. O objectivo, está bem de ver, consiste em apresentar e fazer crer, à opinião pública, que o senhor D. Duarte não passa de um pobre indigente mental com capacidade intelectual nula. Alguém que não tem, nem é capaz de ter, opiniões sobre os vários assuntos que dizem respeito a Portugal e que não é tão pouco capaz de apontar caminhos ou dar sugestões que possam ser postas em prática. Há tão só uma figura pitoresca do «jet-set» que se limita a ir a festas e outros acontecimentos do género; estando ao nível das figuras mais folclóricas desse meio e que acalenta a ilusão de um dia poder vir a ser Rei de Portugal. Para complementar o estratagema, é necessário que tanto as actividades como as intervenções de D. Duarte e/ou D. Isabel não sejam do conhecimento público, procurando ignorar e abafar o mais possíveltodas as suas acasiões e publicitar fortemente uma ou outra intervenção menos feliz ou que suscite mais polémica bem como possíveis fracturas ou polémicas que surjam no seio do movimento moná¡rquico.Posto isto, porque não utilizar este site que divulga a causa monárquica, comoveí­culo privilegiado para divulgar as actividades e intervenções de D. Duarte e D. Isabel tornando-as do conhecimento público, em geral, e do conhecimento de todos os defensores e simpatizantes da Monarquia, em particular? E para complemento, recorrer ao mediatismo, capitalizando a imensa popularidade que detêm junto dos Portugueses, forjando as barreiras impostas, e visitando, por exemplo, as zonas mais afectadas pelos incêndios deste verão, coisa que o actual Chefe de Estado não se dignou a fazer preferindo antes partir para a Grécia na companhia de sua famí­lia - que em república, ao contrário da Famí­lia Real, é constitui­da por pessoas completamente estranhas aos actos oficiais e insignificantes para a vida do Estado e que é apenas uma famí­lia privada como qualquer outra mas cuja prerrogativa é paga com o dinheiro de todos nós - como se afinal de um Rei se tratasse, para ir assistir à cerimónia de abertura dos Jogos Olí­mpicos. Note-se que o site da Casa Real há muito que não sofre alterações quer ao nível da Agenda Real quer no que toca a intervenções. As últimas, veja-se, datam de 2003. Esta ausência só favorece a situação e aqueles que querem que tudo fique na mesma fornecendo-lhes um argumento de peso que sustente a sua posição. Se o que se pretende é contrariar a situação e despertar a consciência nacional era bom que houvesse mais agressividade, marcação cerradí­ssima e pressão total em todas as frentes para que seja posta em evidência a qualidade e as diferenças da Chefia de Estado Real versus a chefia de estado republicana.
VIVA PORTUGAL!
PS: Pelo menos uma revista da especialidade assegura que D. Duarte foi convidado para participar na nova «novela da vida real» Quinta das Celebridades, da TVI para, alegadamente, ganhar popularidade. Como se não fosse já bastante popular entre os Portugueses. Esta revista garante também que Sua Alteza Real recusou categoricamente o convite. A ser verdade está-se mesmo a ver que tipo de «boneco» se pretendia, qual a sua função e quais os objectivos.
D. Duarte fez muití­ssimo bem em recusar este «presente envenenado». No entanto se cometesse o erro de aceitar...

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