UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO ALPIARCENSE: Câmara desconhece gastos com água na manutenção dos espaços verdes

28-05-2010
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Os custos inerentes à manutenção dos espaços verdes e o consumo de água nas várias vertentes dos espaços verdes e desportivos do concelho fizeram com que a vereadora Regina Ferreira quisesse saber se a Câmara sabia contabilizar os custos.Uma questão bem apresentada mas que não obteve uma resposta concreta. O próprio presidente informou a vereadora que não «sabia os custos concretos inerentes a esta actividade» por causa da dificuldade em «contabilizar os custos com a água, uma vez que antes a água era fornecida pela Câmara e agora é fornecida por uma empresa inter-municipal a quem a Câmara tem de pagar»«Assim sendo, não é possível ter previamente uma noção clara da verba envolvida» como também nunca o foi no passado porque a Câmara nunca conseguiu controlar o consumo de água pela simples razão da não existência de quaisquer contadores para controlar o que gastava.A Câmara sempre utilizou as «bocas-de-incêndio» para regar as zonas verdes como possui torneiras especiais que regam outras zonas, vindo sempre a água das condutas em «bruto» impedindo assim de saber quais os custos na manutenção dos espaços verdes.Talvez agora a situação se possa inverter já que a Câmara tem que pagar à empresa “Águas do Ribatejo” a água que consome e podendo também contabilizar as despesas vindas da manutenção nos espaços verdes.


Os custos inerentes à manutenção dos espaços verdes e o consumo de água nas várias vertentes dos espaços verdes e desportivos do concelho fizeram com que a vereadora Regina Ferreira quisesse saber se a Câmara sabia contabilizar os custos.Uma questão bem apresentada mas que não obteve uma resposta concreta. O próprio presidente informou a vereadora que não «sabia os custos concretos inerentes a esta actividade» por causa da dificuldade em «contabilizar os custos com a água, uma vez que antes a água era fornecida pela Câmara e agora é fornecida por uma empresa inter-municipal a quem a Câmara tem de pagar»«Assim sendo, não é possível ter previamente uma noção clara da verba envolvida» como também nunca o foi no passado porque a Câmara nunca conseguiu controlar o consumo de água pela simples razão da não existência de quaisquer contadores para controlar o que gastava.A Câmara sempre utilizou as «bocas-de-incêndio» para regar as zonas verdes como possui torneiras especiais que regam outras zonas, vindo sempre a água das condutas em «bruto» impedindo assim de saber quais os custos na manutenção dos espaços verdes.Talvez agora a situação se possa inverter já que a Câmara tem que pagar à empresa “Águas do Ribatejo” a água que consome e podendo também contabilizar as despesas vindas da manutenção nos espaços verdes.

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