Teerão liberta professora francesa

14-06-2010
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O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, refutou ontem que tenha havido qualquer acordo de troca de detidos com as autoridades iranianas, a propósito da libertação da professora condenada por espionagem pelo regime de Teerão e já regressada a Paris.

Clotilde Reiss, de 24 anos, vira na véspera um tribunal iraniano comutar-lhe a pena de cinco anos a que fora condenada e ser-lhe devolvido o passaporte, em troca de uma multa de 285 mil euros. Ao fim de dez meses na prisão, voltava a França, onde foi prontamente visitar o Presidente, Nicolas Sarkozy, para lhe agradecer "o apoio e defesa de inocência".

A libertação de Reiss coincidiu com dois casos extremamente mediáticos em Paris envolvendo iranianos, que enfureceram os Estados Unidos, incluindo o de um engenheiro acusado de comprar equipamento electrónico a empresas norte-americanas alegadamente para uso militar, cuja extradição França recusou a Washington na semana passada.

Kouchner sublinhou, porém, que não houve nenhuma troca: "Não há qualquer ligação entre estes casos e a libertação da nossa refém".

O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, refutou ontem que tenha havido qualquer acordo de troca de detidos com as autoridades iranianas, a propósito da libertação da professora condenada por espionagem pelo regime de Teerão e já regressada a Paris.

Clotilde Reiss, de 24 anos, vira na véspera um tribunal iraniano comutar-lhe a pena de cinco anos a que fora condenada e ser-lhe devolvido o passaporte, em troca de uma multa de 285 mil euros. Ao fim de dez meses na prisão, voltava a França, onde foi prontamente visitar o Presidente, Nicolas Sarkozy, para lhe agradecer "o apoio e defesa de inocência".

A libertação de Reiss coincidiu com dois casos extremamente mediáticos em Paris envolvendo iranianos, que enfureceram os Estados Unidos, incluindo o de um engenheiro acusado de comprar equipamento electrónico a empresas norte-americanas alegadamente para uso militar, cuja extradição França recusou a Washington na semana passada.

Kouchner sublinhou, porém, que não houve nenhuma troca: "Não há qualquer ligação entre estes casos e a libertação da nossa refém".

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