Estas declarações surgem numa nota enviada ontem às redacções, em resposta a uma notícia publicada no Domingo pelo PÚBLICO, em que, extensamente, se descreveu as actuais vicissitudes da DGO e se concluía que as anunciadas medidas de controlo das despesas por metas trimestrais escondiam as dificuldades estruturais da DGO - nomeadamente as dificuldades em 2009 e 2010 de consolidação das contas dos diversos serviços no fecho da conta geral do Estado.
Nos dez dias anteriores à publicação do artigo, o Ministério das Finanças esteve dez dias sem responder às questões colocadas pelo PÚBLICO. Agora, após a publicação, reagiu. Reafirmou que "a recentemente anunciada medida (...) tem em conta as exigentes metas estabelecidas no OE 2011" e que "o Governo mantém e reforça a estratégia de implementar o POCP [Plano Oficial de Contabilidade Pública] em toda a administração pública". Uma aposta que vem sendo feita desde 2006.
Adianta-se ainda que a criação da GERAP "serviu justamente esse objectivo" de acelerar a introdução do POCP e que "rompeu com uma estratégia que não estava a dar resultados".
Os artigos publicados ontem referiam várias situações para ilustrar o cenário que se vive nas Finanças: um acidente informático este ano que dificultou o controlo das contas públicas; a incapacidade da DGO de dar instruções coerentes e evitar confusões na contabilização orçamental, traduzindo-se em empolamentos de despesa e de receita; o fim em 2007 das auditorias aos serviços que antes corrigiam desvios vários; o facto de a conta do Estado estar entregue a uma só pessoa, apesar das permanentes dificuldades; o alheamento da DGO à introdução do POCP, que permitiria um controlo das despesas em cada dia.
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Estas declarações surgem numa nota enviada ontem às redacções, em resposta a uma notícia publicada no Domingo pelo PÚBLICO, em que, extensamente, se descreveu as actuais vicissitudes da DGO e se concluía que as anunciadas medidas de controlo das despesas por metas trimestrais escondiam as dificuldades estruturais da DGO - nomeadamente as dificuldades em 2009 e 2010 de consolidação das contas dos diversos serviços no fecho da conta geral do Estado.
Nos dez dias anteriores à publicação do artigo, o Ministério das Finanças esteve dez dias sem responder às questões colocadas pelo PÚBLICO. Agora, após a publicação, reagiu. Reafirmou que "a recentemente anunciada medida (...) tem em conta as exigentes metas estabelecidas no OE 2011" e que "o Governo mantém e reforça a estratégia de implementar o POCP [Plano Oficial de Contabilidade Pública] em toda a administração pública". Uma aposta que vem sendo feita desde 2006.
Adianta-se ainda que a criação da GERAP "serviu justamente esse objectivo" de acelerar a introdução do POCP e que "rompeu com uma estratégia que não estava a dar resultados".
Os artigos publicados ontem referiam várias situações para ilustrar o cenário que se vive nas Finanças: um acidente informático este ano que dificultou o controlo das contas públicas; a incapacidade da DGO de dar instruções coerentes e evitar confusões na contabilização orçamental, traduzindo-se em empolamentos de despesa e de receita; o fim em 2007 das auditorias aos serviços que antes corrigiam desvios vários; o facto de a conta do Estado estar entregue a uma só pessoa, apesar das permanentes dificuldades; o alheamento da DGO à introdução do POCP, que permitiria um controlo das despesas em cada dia.