Este post tem exatamente um ano. (Clicar)Continuo a pensar o mesmo que escrevi na altura, por isso o repito e, deixo para reflexão.Hoje, deixo-vos mais um poema daquele que poderia ter sido o Presidente-poeta, de todos nós.A CURVAAlguém tem de aparecer naquela curvamesmo que se não saiba o que é depoisse estrada ou morte ou água turvase solidão ou um a ser já dois.A vida toda em sonho a esperar semprenaquela curva não importa quemalguém que diga o quê e saia ou entreainda que depois não mais ninguém.Alguém há-de aparecer alguém que apontequem sabe se um aquém ou se um alémou nada mais senão o horizontedaquela curva onde se espera alguém.in "Doze Naus"-Manuel Alegre
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Este post tem exatamente um ano. (Clicar)Continuo a pensar o mesmo que escrevi na altura, por isso o repito e, deixo para reflexão.Hoje, deixo-vos mais um poema daquele que poderia ter sido o Presidente-poeta, de todos nós.A CURVAAlguém tem de aparecer naquela curvamesmo que se não saiba o que é depoisse estrada ou morte ou água turvase solidão ou um a ser já dois.A vida toda em sonho a esperar semprenaquela curva não importa quemalguém que diga o quê e saia ou entreainda que depois não mais ninguém.Alguém há-de aparecer alguém que apontequem sabe se um aquém ou se um alémou nada mais senão o horizontedaquela curva onde se espera alguém.in "Doze Naus"-Manuel Alegre