Boas,Todos nós sabemos a difícil situação financeira por que passa a Câmara de Ourém. A oportunidade para fazer grandes investimentos a nível de infra-estruturas, penso, já passou. E se a capacidade para tal já não existe, deve ser assumido o discurso de que nos próximos anos não se poderá apostar fortemente em infra-estruturas.Embora tenhamos chegado a esta situação sem, por exemplo, um parque desportivo de qualidade, sem parques empresariais suficientes e estruturados que permitam dinamizar o concelho, não podemos cair no desânimo e assumir uma postura fatalistaAinda há muito que pode ser feito bastando para isso apelar ao que melhor o concelho tem. Para as pessoas dinâmicas, um problema é um factor gerador de soluções.(...)Temos que ser criativos e acima de tudo passar a ser muito mais criteriosos e exigentes quanto ao dinheiro público que se gasta.Se existe potencial e recursos há que os rentabilizar.a) as poucas possibilidades de investimentos que há têm de ser realmente estruturantes e criadores de novas sinergias;b) Fátima não é um problema, como muitas vezes se quer fazer parecer. Fátima é uma potencialidade imensa, e cabe aos órgãos políticos ter a visão, a estratégia e a capacidade para ultrapassar bairrismos, de modo a que aquela potencialidade seja devidamente aproveitada;c) temos um conjunto enorme de gente empreendedora que praticamente sem ajudas, e muitas vezes com obstáculos, tem criado empresas e emprego e gerado riqueza. Há que ajudar os que já cá estão, e atrair os que podiam estar;d) os pólos urbanos do concelho precisam de uma nova imagem (estradas, jardins, ordenamento do território);e) e a maior potencialidade de todas são todos aqueles jovens altamente qualificados que não conseguem vislumbrar uma oportunidade para regressar e contribuir com o seu conhecimento, a sua energia e força da juventude de modo a participar na gestão da nossa terra.Nós, todos, somos a maior riqueza que o concelho pode ter.Mas para tal é preciso que possamos ter uma voz activa, de modo a que possamos realmente ter a noção de que podemos participar nos destinos do concelhoJoão Ricardo
Categorias
Entidades
Boas,Todos nós sabemos a difícil situação financeira por que passa a Câmara de Ourém. A oportunidade para fazer grandes investimentos a nível de infra-estruturas, penso, já passou. E se a capacidade para tal já não existe, deve ser assumido o discurso de que nos próximos anos não se poderá apostar fortemente em infra-estruturas.Embora tenhamos chegado a esta situação sem, por exemplo, um parque desportivo de qualidade, sem parques empresariais suficientes e estruturados que permitam dinamizar o concelho, não podemos cair no desânimo e assumir uma postura fatalistaAinda há muito que pode ser feito bastando para isso apelar ao que melhor o concelho tem. Para as pessoas dinâmicas, um problema é um factor gerador de soluções.(...)Temos que ser criativos e acima de tudo passar a ser muito mais criteriosos e exigentes quanto ao dinheiro público que se gasta.Se existe potencial e recursos há que os rentabilizar.a) as poucas possibilidades de investimentos que há têm de ser realmente estruturantes e criadores de novas sinergias;b) Fátima não é um problema, como muitas vezes se quer fazer parecer. Fátima é uma potencialidade imensa, e cabe aos órgãos políticos ter a visão, a estratégia e a capacidade para ultrapassar bairrismos, de modo a que aquela potencialidade seja devidamente aproveitada;c) temos um conjunto enorme de gente empreendedora que praticamente sem ajudas, e muitas vezes com obstáculos, tem criado empresas e emprego e gerado riqueza. Há que ajudar os que já cá estão, e atrair os que podiam estar;d) os pólos urbanos do concelho precisam de uma nova imagem (estradas, jardins, ordenamento do território);e) e a maior potencialidade de todas são todos aqueles jovens altamente qualificados que não conseguem vislumbrar uma oportunidade para regressar e contribuir com o seu conhecimento, a sua energia e força da juventude de modo a participar na gestão da nossa terra.Nós, todos, somos a maior riqueza que o concelho pode ter.Mas para tal é preciso que possamos ter uma voz activa, de modo a que possamos realmente ter a noção de que podemos participar nos destinos do concelhoJoão Ricardo