A Caroline Kennedy desistiu da sua pretensão ao lugar no Senado ocupado por Hillary Clinton, dizem os rumores e o NY Times, devido a problemas fiscais e com um empregado doméstico, que terão reaparecido durante esse bom costume americano, o vetting dos candidatos (aparentemente dos candidatos a tudo, até às associações de pais). Isto, claro, nos Estados Unidos. Por cá temos um Primeiro-Ministro que ninguém percebe muito bem se é o suspeito (da polícia inglesa, esclareça-se, que em Portugal ninguém é suspeito de nada no caso Freeport, como se percebe pela inacção do DIAP e da Polícia Judiciária quando não a mando dos britânicos) de ter recebido as tais luvas que - dizem os rumores e o Público e o Sol - terão pago a um ministro do Governo de Guterres os promotores do Freeport. E toda a gente continua placidamente como se isto fosse uma situação normal e não fossem necessários esclarecimentos além das palavras propagandísticas vazias do próprio PM; como se esta suspeição pudesse pairar sobre um PM em exercício; provavelmente o PS continuará a liderar nas intenções de votos na próxima sondagem, porque afinal uma suspeição de corrupção é coisa pouca. Nem me devia surpreender: Sócrates já ultrapassou o caso da sua licenciatura - muito estranha nos procedimentos para todos os que tenham frequentado um curso superior - e os dos seus inesquecíveis projectos arquitectónicos pelas Beiras - revestido de igual estranheza para quem já comprou os serviços de um arquitecto e pôs à apreciação de uma câmara municipal um projecto de arquitectura.Mas claro os americanos são uns tontos porque votaram duas vezes em George W. Bush. Ai o quanto teriam a aprender com os portugueses para escolherem bem os seus líderes.
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A Caroline Kennedy desistiu da sua pretensão ao lugar no Senado ocupado por Hillary Clinton, dizem os rumores e o NY Times, devido a problemas fiscais e com um empregado doméstico, que terão reaparecido durante esse bom costume americano, o vetting dos candidatos (aparentemente dos candidatos a tudo, até às associações de pais). Isto, claro, nos Estados Unidos. Por cá temos um Primeiro-Ministro que ninguém percebe muito bem se é o suspeito (da polícia inglesa, esclareça-se, que em Portugal ninguém é suspeito de nada no caso Freeport, como se percebe pela inacção do DIAP e da Polícia Judiciária quando não a mando dos britânicos) de ter recebido as tais luvas que - dizem os rumores e o Público e o Sol - terão pago a um ministro do Governo de Guterres os promotores do Freeport. E toda a gente continua placidamente como se isto fosse uma situação normal e não fossem necessários esclarecimentos além das palavras propagandísticas vazias do próprio PM; como se esta suspeição pudesse pairar sobre um PM em exercício; provavelmente o PS continuará a liderar nas intenções de votos na próxima sondagem, porque afinal uma suspeição de corrupção é coisa pouca. Nem me devia surpreender: Sócrates já ultrapassou o caso da sua licenciatura - muito estranha nos procedimentos para todos os que tenham frequentado um curso superior - e os dos seus inesquecíveis projectos arquitectónicos pelas Beiras - revestido de igual estranheza para quem já comprou os serviços de um arquitecto e pôs à apreciação de uma câmara municipal um projecto de arquitectura.Mas claro os americanos são uns tontos porque votaram duas vezes em George W. Bush. Ai o quanto teriam a aprender com os portugueses para escolherem bem os seus líderes.