ainda bem que nota a natureza da minha metáfora… tomo-o como um elogio, se bem que se engana a léguas; sou um tipo de quÃmica/ciências naturais.
Tem razão numa coisa, com efeito não existe um buraco negro “Hawkiano”, queria escrever “Hawkinguiano”,mas sem dúvida teria feito melhor, como sugere, em ter escrito buracos negros de Hawking. Como é óbvio não atribuo a paternidade do fenómeno cósmico ao SH. Referia-me apenas ao facto de SH ter teorizado os buracos negros como singularidades no espaço-tempo (mas corrija-me se estiver errado sff, em adolescente tinha algum interesse pela astrofÃsica).
Com isto explicado espero que a “minha” metáfora se desenrole desta embrulhada astrofÃsica.
“As leis da natureza não têm de “fazer sentido†ou deixar de fazer.”
Não terão as leis da natureza que “fazer sentido” matemático? Podem não ter sentido, isto é, um fim em si mesmo…mas esta discussão não cabe em comentários de posts… muito menos quando o tema era tão diferente.
obrigado pelos reparos
ainda bem que nota a natureza da minha metáfora… tomo-o como um elogio, se bem que se engana a léguas; sou um tipo de quÃmica/ciências naturais.
Tem razão numa coisa, com efeito não existe um buraco negro “Hawkiano”, queria escrever “Hawkinguiano”,mas sem dúvida teria feito melhor, como sugere, em ter escrito buracos negros de Hawking. Como é óbvio não atribuo a paternidade do fenómeno cósmico ao SH. Referia-me apenas ao facto de SH ter teorizado os buracos negros como singularidades no espaço-tempo (mas corrija-me se estiver errado sff, em adolescente tinha algum interesse pela astrofÃsica).
Com isto explicado espero que a “minha” metáfora se desenrole desta embrulhada astrofÃsica.
“As leis da natureza não têm de “fazer sentido†ou deixar de fazer.”
Não terão as leis da natureza que “fazer sentido” matemático? Podem não ter sentido, isto é, um fim em si mesmo…mas esta discussão não cabe em comentários de posts… muito menos quando o tema era tão diferente.
obrigado pelos reparos