ABJURADO: Leituras.

03-08-2010
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Em resposta ao desafio do Carlos, então cá vai a lista das leituras cá de casa:1 – Freakonomics – O Estranho Mundo da Economia, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner. Factos e números apresentados de uma forma simples e muito invulgar, afastando as respostas geralmente mais convencionais. O senso comum dos leitores é testado em questões simples mas fundamentais. Só fazendo as perguntas certas, se podem obter resultados bem sucedidos e apreender uma nova visão do mundo. Por exemplo, sabia que a legalização do aborto pode ter um impacto positivo na descida da criminalidade? E qual a relação entre os gangs que vendem droga e os restaurantes McDonalds?2 - China e Índia- As Duas Grandes Potências Emergentes, de Federico Rampini.Um testemunho inestimável das dimensões e variedade de um dos mais importantes acontecimentos dos últimos séculos, que procura simultaneamente projectar num futuro próximo as consequências globais de uma hipotética hegemonia sino-indiana.3 – A Fórmula de Deus, de José Rodrigues dos SantosUma história de amor, uma intriga de traição, perseguição implacável, busca espiritual. Uma empolgante viagem às origens do tempo, à essência do universo e ao sentido da vida.4 - Geração Blogue, de Giuseppe GranieriAnalisa os aspectos sociológicos e políticos dos blogues e a sua relação com a democracia, educação, e política e alerta para os novos problemas de info-exclusão que se colocam entre os participantes activos na blogosfera e os que não têm acesso a ela.5 – O Mundo é Plano, de Thomas L. FriedmanO mundo é “plano” porque está quase intrinsecamente “ligado”: a eliminação de barreiras comerciais e políticas, o exponencial desenvolvimento tecnológico e a revolução digital torna possível fazer negócios instantaneamente com milhões de pessoas do outro lado do planeta. A Globalização 3.0, como descreve neste texto, não é feita pelas multinacionais ou grandes empresas norte americanas mas por indivíduos que tentam fazer a diferença.6 - Confidencial - a década de Sampaio em Belém, de João Gabriel.Parece que por fim, o objectivo é convidar mais uns amigos a dizer de sua justiça quanto a leituras, então, chamo à colação o meu amigo Luís Tito, ao meu amigo e camarada de secção, Luís Coelho, ao José Leitão, ao João Gomes, ao meu “colega de carteira” Paulo Silveira, ao Nuno Teixeira Lopes e ao meu grande amigo Frederico Alcântara de Melo.


Em resposta ao desafio do Carlos, então cá vai a lista das leituras cá de casa:1 – Freakonomics – O Estranho Mundo da Economia, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner. Factos e números apresentados de uma forma simples e muito invulgar, afastando as respostas geralmente mais convencionais. O senso comum dos leitores é testado em questões simples mas fundamentais. Só fazendo as perguntas certas, se podem obter resultados bem sucedidos e apreender uma nova visão do mundo. Por exemplo, sabia que a legalização do aborto pode ter um impacto positivo na descida da criminalidade? E qual a relação entre os gangs que vendem droga e os restaurantes McDonalds?2 - China e Índia- As Duas Grandes Potências Emergentes, de Federico Rampini.Um testemunho inestimável das dimensões e variedade de um dos mais importantes acontecimentos dos últimos séculos, que procura simultaneamente projectar num futuro próximo as consequências globais de uma hipotética hegemonia sino-indiana.3 – A Fórmula de Deus, de José Rodrigues dos SantosUma história de amor, uma intriga de traição, perseguição implacável, busca espiritual. Uma empolgante viagem às origens do tempo, à essência do universo e ao sentido da vida.4 - Geração Blogue, de Giuseppe GranieriAnalisa os aspectos sociológicos e políticos dos blogues e a sua relação com a democracia, educação, e política e alerta para os novos problemas de info-exclusão que se colocam entre os participantes activos na blogosfera e os que não têm acesso a ela.5 – O Mundo é Plano, de Thomas L. FriedmanO mundo é “plano” porque está quase intrinsecamente “ligado”: a eliminação de barreiras comerciais e políticas, o exponencial desenvolvimento tecnológico e a revolução digital torna possível fazer negócios instantaneamente com milhões de pessoas do outro lado do planeta. A Globalização 3.0, como descreve neste texto, não é feita pelas multinacionais ou grandes empresas norte americanas mas por indivíduos que tentam fazer a diferença.6 - Confidencial - a década de Sampaio em Belém, de João Gabriel.Parece que por fim, o objectivo é convidar mais uns amigos a dizer de sua justiça quanto a leituras, então, chamo à colação o meu amigo Luís Tito, ao meu amigo e camarada de secção, Luís Coelho, ao José Leitão, ao João Gomes, ao meu “colega de carteira” Paulo Silveira, ao Nuno Teixeira Lopes e ao meu grande amigo Frederico Alcântara de Melo.

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