PALAVROSSAVRVS REX: PS EM CACOS E EM RAIO-QUE-O-PARTA

24-12-2009
marcar artigo


Bendita expressão pública de, entre outras coisas, dissenções de fundo no PS. Bendito evidenciar do vício moral de que enformam as duplas candidaturas do PS, mal irreversível de um partido que se habituou a olhar estipidificantemente para os cidadãos enquanto sonolenta realidade aparente. É bom e justo que se escaqueire e raio-que-o-parta todo, esse partido divisor, fragmentador e conflituador da plácida sociedade portuguesa comprimida contra a parede de uma culpa de atrasos nacionais que, na verdade, não tem. Tem o PS. Tem o PSD. Tem uma vez mais o PS, partido dos devorismos ao Orçamento. Partido da crassa e máxima corrupção de que fala Villaverde Cabral e, como se servisse de alguma coisa, com o qual Pitta discorda «quatro quintos das conclusões». Partido com muito naturais fugitivos prudentes de última hora — Orlando Soares Gaspar! — antevendo a hecatombe. Partido das figuras intocáveis e insolentes para com representantes eleitos de órgãos de soberania, o Parlamento!, como o freeportiano e cova-da-beiresco Sócrates, como o pseudo-supervisor invisual Constâncio, como o tresandoso siciliano Lopes da Mota, um homem efectivamente 'perigoso' e ouriçado de esquemas esconsos, habilmente posto em desaparição das parangonas mediáticas: «O líder do PS não poupou domingo nas palavras para criticar a actuação dos dirigentes da concelhia do Porto pela forma como deram expressão pública aos desentendimentos com a candidatura de Elisa Ferreira.»


Bendita expressão pública de, entre outras coisas, dissenções de fundo no PS. Bendito evidenciar do vício moral de que enformam as duplas candidaturas do PS, mal irreversível de um partido que se habituou a olhar estipidificantemente para os cidadãos enquanto sonolenta realidade aparente. É bom e justo que se escaqueire e raio-que-o-parta todo, esse partido divisor, fragmentador e conflituador da plácida sociedade portuguesa comprimida contra a parede de uma culpa de atrasos nacionais que, na verdade, não tem. Tem o PS. Tem o PSD. Tem uma vez mais o PS, partido dos devorismos ao Orçamento. Partido da crassa e máxima corrupção de que fala Villaverde Cabral e, como se servisse de alguma coisa, com o qual Pitta discorda «quatro quintos das conclusões». Partido com muito naturais fugitivos prudentes de última hora — Orlando Soares Gaspar! — antevendo a hecatombe. Partido das figuras intocáveis e insolentes para com representantes eleitos de órgãos de soberania, o Parlamento!, como o freeportiano e cova-da-beiresco Sócrates, como o pseudo-supervisor invisual Constâncio, como o tresandoso siciliano Lopes da Mota, um homem efectivamente 'perigoso' e ouriçado de esquemas esconsos, habilmente posto em desaparição das parangonas mediáticas: «O líder do PS não poupou domingo nas palavras para criticar a actuação dos dirigentes da concelhia do Porto pela forma como deram expressão pública aos desentendimentos com a candidatura de Elisa Ferreira.»

marcar artigo