Estado emitiu dívida a curto prazo com juros novamente em queda

06-02-2011
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Este é o segundo recuo da taxa de juro paga em emissões de dívida portuguesas a um ano, depois de terem descido ligeiramente numa emissão de Obrigações do Tesouro a dez anos (de 6,806 para 6,716 por cento), no mesmo dia em que foram colocadas também obrigações a quatro anos, mas com juro a subir 33,5 por cento face à emissão precedente.

Na operação de hoje, o objectivo do IGCP (que gere a dívida pública) era colocar entre mil milhões e 1250 milhões de euros no conjunto dos dois prazos, com um mínimo de 400 milhões em cada uma deles, objectivo que foi integralmente conseguido.

No prazo a um ano, foram colocados 800 milhões de euros com uma taxa média de 3,710 por cento, o que representa menos 7,92 por cento que os 4,029 por cento pagos na última emissão semelhante, em 19 de Janeiro, quando tinham descido já 31,1 por cento face à anterior. A procura ultrapassou hoje 2,6 vezes a oferta, segundo a Reuters, quando na emissão precedente tinha superado 3,09 vezes a oferta.

No prazo a seis meses, o Estado colocou 455 milhões, pelos quais vai pagar 2,984 por cento, menos 23,5 por cento que os 3,686 por cento pagos a 5 de Janeiro, quando este valor representou uma subida de quase 80 por cento face à emissão anterior. A procura para este prazo superou 4,8 vezes a oferta, o que excede largamente o rácio anterior, de 2,62 vezes.

Apesar dos resultados favoráveis conseguidos com a taxa de juro paga nas emissões de hoje, representam subidas de 2,69 vezes (269 por cento) para um prazo a um ano em relação ao que foi pago há cerca de um ano numa emissão semelhante, quando os juros da dívida portuguesa já estavam a começar a subir nos mercados secundários, na iminência da crise grega.

Notícia actualizada às 12h00

Este é o segundo recuo da taxa de juro paga em emissões de dívida portuguesas a um ano, depois de terem descido ligeiramente numa emissão de Obrigações do Tesouro a dez anos (de 6,806 para 6,716 por cento), no mesmo dia em que foram colocadas também obrigações a quatro anos, mas com juro a subir 33,5 por cento face à emissão precedente.

Na operação de hoje, o objectivo do IGCP (que gere a dívida pública) era colocar entre mil milhões e 1250 milhões de euros no conjunto dos dois prazos, com um mínimo de 400 milhões em cada uma deles, objectivo que foi integralmente conseguido.

No prazo a um ano, foram colocados 800 milhões de euros com uma taxa média de 3,710 por cento, o que representa menos 7,92 por cento que os 4,029 por cento pagos na última emissão semelhante, em 19 de Janeiro, quando tinham descido já 31,1 por cento face à anterior. A procura ultrapassou hoje 2,6 vezes a oferta, segundo a Reuters, quando na emissão precedente tinha superado 3,09 vezes a oferta.

No prazo a seis meses, o Estado colocou 455 milhões, pelos quais vai pagar 2,984 por cento, menos 23,5 por cento que os 3,686 por cento pagos a 5 de Janeiro, quando este valor representou uma subida de quase 80 por cento face à emissão anterior. A procura para este prazo superou 4,8 vezes a oferta, o que excede largamente o rácio anterior, de 2,62 vezes.

Apesar dos resultados favoráveis conseguidos com a taxa de juro paga nas emissões de hoje, representam subidas de 2,69 vezes (269 por cento) para um prazo a um ano em relação ao que foi pago há cerca de um ano numa emissão semelhante, quando os juros da dívida portuguesa já estavam a começar a subir nos mercados secundários, na iminência da crise grega.

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