A Polícia Judiciária (PJ) anunciou ontem a detenção de um homem de 37 anos suspeito da prática de falsificação de cartas de condução em Londres, documentos que depois eram vendidos em Portugal.
"O suspeito, até agora emigrante na Grã-Bretanha, explorava as dificuldades que alguns cidadãos na zona de Ponte de Sor tinham na obtenção de carta de condução, falsificando tais documentos naquele país", afirma o Departamento de Investigação Criminal de Leiria da PJ. As cartas eram depois vendidas "por valores que chegaram a rondar os 2000 euros cada".
A investigação começou "há cerca de dois anos, quando apareceram notícias da apreensão de cartas de condução contrafeitas". "Em todas elas surgia uma mesma origem, Inglaterra", explicou fonte da PJ, adiantando que o suspeito, sem antecedentes criminais e comerciante em Londres, teve o apoio de um familiar, também constituído arguido.
A mesma fonte disse que "há outros arguidos, mas estes por uso de documento falso", sendo do conhecimento da PJ cerca de 20 casos. A GNR de Portalegre colaborou nas investigações e o arguido, que se encontrava em Portugal há cerca de dois meses, ficou em prisão domiciliária. Lusa
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A Polícia Judiciária (PJ) anunciou ontem a detenção de um homem de 37 anos suspeito da prática de falsificação de cartas de condução em Londres, documentos que depois eram vendidos em Portugal.
"O suspeito, até agora emigrante na Grã-Bretanha, explorava as dificuldades que alguns cidadãos na zona de Ponte de Sor tinham na obtenção de carta de condução, falsificando tais documentos naquele país", afirma o Departamento de Investigação Criminal de Leiria da PJ. As cartas eram depois vendidas "por valores que chegaram a rondar os 2000 euros cada".
A investigação começou "há cerca de dois anos, quando apareceram notícias da apreensão de cartas de condução contrafeitas". "Em todas elas surgia uma mesma origem, Inglaterra", explicou fonte da PJ, adiantando que o suspeito, sem antecedentes criminais e comerciante em Londres, teve o apoio de um familiar, também constituído arguido.
A mesma fonte disse que "há outros arguidos, mas estes por uso de documento falso", sendo do conhecimento da PJ cerca de 20 casos. A GNR de Portalegre colaborou nas investigações e o arguido, que se encontrava em Portugal há cerca de dois meses, ficou em prisão domiciliária. Lusa