Ciclone Yasi atinge costa australiana com ventos de 300 quilómetros por hora

04-02-2011
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“Não vou minimizar a situação. Serão 24 horas duras. Ainda esperamos pelo pior”, disse a governadora do estado australiano de Queensland, Anna Bligh. “Sem dúvida, vamos encontrar cenas de devastação e desgosto numa escala sem precendentes. Este ciclone não se parece com nada que tenhamos enfrentado como nação”, acrescentou.

O ciclone, inicialmente com categoria 5, a mais elevada na escala das tempestades tropicais, atingiu a costa perto da cidade de Mission Beach, numa região onde vivem 400.000 mil pessoas e que atrai muitos turistas, para verem a Grande Barreira de Coral da Austrália.

Às 5h00, hora local (19h00 de hoje em Lisboa), o ciclone prosseguia a sua rota, já cerca de 200 quilómetros para o interior, baixando para categoria 3 de intensidade, com ventos ainda superiores a 200 quilómetros por hora

Com o dia ainda por surgir, os relatos dos danos ainda são esparsos. Pelo menos 150 mil casas ficaram sem luz. Há notícias de grande devastação na cidade Tully, Mission Beach e Innisfail.

Dezenas de milhares de pessoas deixaram as suas casas, em busca de locais mais seguros. Cerca de 11 mil cidadãos procuraram abrigo em centros de evacuação, que estão sobrelotados. O Governo australiano colocou 4000 soldados de prontidão em Townsville, onde a subida do nível do mar pode deixar 30 mil casas debaixo de água. Embarcações militares e helicópteros estão também a postos.

A aproximação do ciclone paralisou a produção de cobre e as exportações de açúcar e de carvão da região.

Em Dezembro e Janeiro, o estado de Queensland enfrentou cheias sucessivas, que afectou 70 cidades, provocou pelo menos 35 mortes e deixou um saldo de 730 milhões de euros em prejuízos directos.

Notícia actualizada às 19h22

“Não vou minimizar a situação. Serão 24 horas duras. Ainda esperamos pelo pior”, disse a governadora do estado australiano de Queensland, Anna Bligh. “Sem dúvida, vamos encontrar cenas de devastação e desgosto numa escala sem precendentes. Este ciclone não se parece com nada que tenhamos enfrentado como nação”, acrescentou.

O ciclone, inicialmente com categoria 5, a mais elevada na escala das tempestades tropicais, atingiu a costa perto da cidade de Mission Beach, numa região onde vivem 400.000 mil pessoas e que atrai muitos turistas, para verem a Grande Barreira de Coral da Austrália.

Às 5h00, hora local (19h00 de hoje em Lisboa), o ciclone prosseguia a sua rota, já cerca de 200 quilómetros para o interior, baixando para categoria 3 de intensidade, com ventos ainda superiores a 200 quilómetros por hora

Com o dia ainda por surgir, os relatos dos danos ainda são esparsos. Pelo menos 150 mil casas ficaram sem luz. Há notícias de grande devastação na cidade Tully, Mission Beach e Innisfail.

Dezenas de milhares de pessoas deixaram as suas casas, em busca de locais mais seguros. Cerca de 11 mil cidadãos procuraram abrigo em centros de evacuação, que estão sobrelotados. O Governo australiano colocou 4000 soldados de prontidão em Townsville, onde a subida do nível do mar pode deixar 30 mil casas debaixo de água. Embarcações militares e helicópteros estão também a postos.

A aproximação do ciclone paralisou a produção de cobre e as exportações de açúcar e de carvão da região.

Em Dezembro e Janeiro, o estado de Queensland enfrentou cheias sucessivas, que afectou 70 cidades, provocou pelo menos 35 mortes e deixou um saldo de 730 milhões de euros em prejuízos directos.

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