Blocos operatórios de quatro hospitais de Lisboa "obrigados" a fechar para refeições

23-05-2011
marcar artigo

“Todo o corpo clínico ainda não conseguiu encontrar os benefícios de tal decisão”, refere o sindicato em comunicado, publicado no site da Federação Nacional dos Médicos.

Segundo os sindicalistas, há vários anos que os médicos anestesistas cumprem horários desfasados para garantir o funcionamento integral dos blocos operatórios de forma ininterrupta entre as 08h00 e as 20h00.

Assim, enquanto alguns profissionais entravam às 08h00 para serem substituídos às 15h00, outros trabalhavam entre as 14h00 e as 20h00, em jornada contínua.

“Os gestores descobriram que seria necessário que este sistema não se efectuasse em ‘jornada contínua’ e seria imperioso cumprir interrupções de pelo menos uma hora para as refeições”, refere a nota.

O sindicato considera que esta medida vai provocar perturbações, trazer menor rentabilidade aos blocos operatórios e levar ao adiamento de algumas cirurgias.

A agência Lusa contactou o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) para obter esclarecimentos, mas não obteve resposta até ao momento.

O CHLC integra quatro unidades hospitalares: Hospital de S. Marta, S. José, Capuchos e D. Estefânia.

“Todo o corpo clínico ainda não conseguiu encontrar os benefícios de tal decisão”, refere o sindicato em comunicado, publicado no site da Federação Nacional dos Médicos.

Segundo os sindicalistas, há vários anos que os médicos anestesistas cumprem horários desfasados para garantir o funcionamento integral dos blocos operatórios de forma ininterrupta entre as 08h00 e as 20h00.

Assim, enquanto alguns profissionais entravam às 08h00 para serem substituídos às 15h00, outros trabalhavam entre as 14h00 e as 20h00, em jornada contínua.

“Os gestores descobriram que seria necessário que este sistema não se efectuasse em ‘jornada contínua’ e seria imperioso cumprir interrupções de pelo menos uma hora para as refeições”, refere a nota.

O sindicato considera que esta medida vai provocar perturbações, trazer menor rentabilidade aos blocos operatórios e levar ao adiamento de algumas cirurgias.

A agência Lusa contactou o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) para obter esclarecimentos, mas não obteve resposta até ao momento.

O CHLC integra quatro unidades hospitalares: Hospital de S. Marta, S. José, Capuchos e D. Estefânia.

marcar artigo