Ontem foi dia de Livros em Desassossego na Casa Fernando Pessoa. O primeiro de um ciclo de Carlos Vaz Marques. Comigo na mesa estavam Abel Barros Baptista, João Pedro George, Manuel Alberto Valente e Rodrigo Guedes de Carvalho, que leu uma passagem do seu novo romance, Mulher em Branco (Dom Quixote). O debate teve por mote crítica & amiguismo. Como era de esperar, Couves & Alforrecas, a sulfurosa close reading de João Pedro George, sobre a escrita de Margarida Rebelo Pinto, fez parte da ordem do serão. Manuel Alberto Valente, editor da Asa, chamou a atenção para o atrabiliário da providência cautelar intentada contra a objecto cardíaco, no que foi corroborado por Carlos Veiga Ferreira, editor da Teorema, e, de forma enfática, pela reacção da assistência. Além da sogra — a escritora Cristina Norton —, sentada na primeira fila, a autora de Nazarenas e Matrioskas tinha na sala alguns fãs. Um dos picos do debate deu-se quando José Mário Silva lembrou, para perplexidade de muitos, que Nuno Costa Santos estivera associado ao Esplanar (o célebre post das toupeiras, dado à estampa no Esplanar, visava precisamente Silva e Santos). O tropo do amiguismo suscitou controvérsia, mas foi relativizado pela generalidade dos intervenientes, com a natural excepção de George. Numa sala a abarrotar, encontrei Isabel Coutinho, editora do Mil Folhas, Carla Hilário de Almeida Quevedo, do Bomba Inteligente, Gustavo Rubim, João Pereira Coutinho, Isabel Goulão, do Miss Pearls, Miguel Real, Luís Carmelo, do Miniscente, João Rodrigues, editor da Dom Quixote, Ana Madureira, do gabinete da ministra da Cultura, Maria do Rosário Pedreira e Ana Pereirinha, respectivamente editora e editora-adjunta da QuidNovi, o jornalista Rui Lagartinho (facção pró-Margarida), Ana Cláudia Vicente, do Quatro Caminhos, e se me esqueço de alguém é sem intenção. O Francisco, a Anick e o Ricardo, como sempre, anfitriões atentos. O vinho não sei se era bom, não provei. Adenda em 1-Abr: Cristina Norton fez-me saber que foi, mas já não é, sogra de MRP. Fica exarada a correcção.
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Ontem foi dia de Livros em Desassossego na Casa Fernando Pessoa. O primeiro de um ciclo de Carlos Vaz Marques. Comigo na mesa estavam Abel Barros Baptista, João Pedro George, Manuel Alberto Valente e Rodrigo Guedes de Carvalho, que leu uma passagem do seu novo romance, Mulher em Branco (Dom Quixote). O debate teve por mote crítica & amiguismo. Como era de esperar, Couves & Alforrecas, a sulfurosa close reading de João Pedro George, sobre a escrita de Margarida Rebelo Pinto, fez parte da ordem do serão. Manuel Alberto Valente, editor da Asa, chamou a atenção para o atrabiliário da providência cautelar intentada contra a objecto cardíaco, no que foi corroborado por Carlos Veiga Ferreira, editor da Teorema, e, de forma enfática, pela reacção da assistência. Além da sogra — a escritora Cristina Norton —, sentada na primeira fila, a autora de Nazarenas e Matrioskas tinha na sala alguns fãs. Um dos picos do debate deu-se quando José Mário Silva lembrou, para perplexidade de muitos, que Nuno Costa Santos estivera associado ao Esplanar (o célebre post das toupeiras, dado à estampa no Esplanar, visava precisamente Silva e Santos). O tropo do amiguismo suscitou controvérsia, mas foi relativizado pela generalidade dos intervenientes, com a natural excepção de George. Numa sala a abarrotar, encontrei Isabel Coutinho, editora do Mil Folhas, Carla Hilário de Almeida Quevedo, do Bomba Inteligente, Gustavo Rubim, João Pereira Coutinho, Isabel Goulão, do Miss Pearls, Miguel Real, Luís Carmelo, do Miniscente, João Rodrigues, editor da Dom Quixote, Ana Madureira, do gabinete da ministra da Cultura, Maria do Rosário Pedreira e Ana Pereirinha, respectivamente editora e editora-adjunta da QuidNovi, o jornalista Rui Lagartinho (facção pró-Margarida), Ana Cláudia Vicente, do Quatro Caminhos, e se me esqueço de alguém é sem intenção. O Francisco, a Anick e o Ricardo, como sempre, anfitriões atentos. O vinho não sei se era bom, não provei. Adenda em 1-Abr: Cristina Norton fez-me saber que foi, mas já não é, sogra de MRP. Fica exarada a correcção.