astrologia e cabala: 14 e 15 de Setembro: Idália Moniz, José Eduardo Moniz, a Ideia de Água (Rio Maior, José António Saraiva, Marisol Yagüe)

12-01-2010
marcar artigo

14 e 15 de Setembro: Idália Moniz, José Eduardo Moniz, a Ideia de Água (Rio Maior, José António Saraiva, Marisol Yagüe)

Em 14 e 15 de Setembro de 2006, destacam-se entes e acontecimentos cujos nomes e idiossincrasias evocam, aberta ou subliminarmente, as ideias ou nomes de Moniz (Idália Moniz, José Eduardo Moniz) e de Torrente de Água (Rio Maior, José António Saraiva):

1) Em 14 de Setembro, realiza-se em Vila Real de Santo António, sul de Portugal, um encontro promovido pela Comissão Nacional de Protecção de Menores e Jovens em Risco no qual discursa a secretária de Estado Idália Moniz.

2) Em 14 de Setembro, José Eduardo Moniz, director de programas da TVI portuguesa é entrevistado no telejornal das 20.00 horas desta estação.

3) Em 14 de Setembro, Maria de Lurdes Rodrigues, a ministra da Educação que, com o 1º ministro Sócrates, leva a cabo uma desastrosa política de ataque aos direitos dos professores portugueses a quem trata não como intelectuais do ensino mas como guardiães físicos de crianças e adolescentes em aulas de substituição que evidenciam a transformação da escola em caserna militar, assina em Rio Maior ( Rio é torrente caudalosa de água) um protocolo de cooperação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses.

4) Em 14 de Setembro, Judite de Sousa entrevista José António Saraiva (saraiva é granizo, água de chuva sólida), um dos jornalistas e colunistas mais influentes em Portugal. Politicamente inteligente e culto, agora vinculado ao banqueiro Paulo Teixeira Pinto, do BCP e da Opus Dei, principal accionista do novo semanário «Sol», Saraiva carece, no entanto, da coragem para estimular a publicação de temas científicos e culturais alternativos: nos 22 anos em que dirigiu o «Expresso», semanário de Pinto Balsemão, o antigo primeiro ministro da AD que sucedeu ao malogrado Sá Carneiro morto à bomba em Camarate em 4 de Dezembro de 1980, José António Saraiva nunca teve a ousadia de publicar um dossier com as críticas dos naturopatas à vacinação obrigatória, nem um dossier sobre a Astrologia Histórico-Social que incomoda tanto os catedráticos e a grande burguesia em geral. Saraiva filtra a informação, como burguês de bom senso que é. E diz candidamente que «os jornalistas são livres em Portugal...». Livres até certo ponto, esqueceu-se de dizer...

Se Marisol Yagüe (evoca: Água) a corrupta alcadessa de Marbella, Espanha, não tivesse sido, anteontem, dia 13, sido libertada da prisão de Alhaurín de la Torre, sob fiança, apareceria ontem na RTP a entrevista a José António Saraiva (sugere: água, gelo) e teria ido Lurdes Rodrigues a Rio Maior?

f.limpo.queiroz@sapo.pt

(Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

Posted by f.limpo.queiroz at setembro 15, 2006 10:37 AM

14 e 15 de Setembro: Idália Moniz, José Eduardo Moniz, a Ideia de Água (Rio Maior, José António Saraiva, Marisol Yagüe)

Em 14 e 15 de Setembro de 2006, destacam-se entes e acontecimentos cujos nomes e idiossincrasias evocam, aberta ou subliminarmente, as ideias ou nomes de Moniz (Idália Moniz, José Eduardo Moniz) e de Torrente de Água (Rio Maior, José António Saraiva):

1) Em 14 de Setembro, realiza-se em Vila Real de Santo António, sul de Portugal, um encontro promovido pela Comissão Nacional de Protecção de Menores e Jovens em Risco no qual discursa a secretária de Estado Idália Moniz.

2) Em 14 de Setembro, José Eduardo Moniz, director de programas da TVI portuguesa é entrevistado no telejornal das 20.00 horas desta estação.

3) Em 14 de Setembro, Maria de Lurdes Rodrigues, a ministra da Educação que, com o 1º ministro Sócrates, leva a cabo uma desastrosa política de ataque aos direitos dos professores portugueses a quem trata não como intelectuais do ensino mas como guardiães físicos de crianças e adolescentes em aulas de substituição que evidenciam a transformação da escola em caserna militar, assina em Rio Maior ( Rio é torrente caudalosa de água) um protocolo de cooperação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses.

4) Em 14 de Setembro, Judite de Sousa entrevista José António Saraiva (saraiva é granizo, água de chuva sólida), um dos jornalistas e colunistas mais influentes em Portugal. Politicamente inteligente e culto, agora vinculado ao banqueiro Paulo Teixeira Pinto, do BCP e da Opus Dei, principal accionista do novo semanário «Sol», Saraiva carece, no entanto, da coragem para estimular a publicação de temas científicos e culturais alternativos: nos 22 anos em que dirigiu o «Expresso», semanário de Pinto Balsemão, o antigo primeiro ministro da AD que sucedeu ao malogrado Sá Carneiro morto à bomba em Camarate em 4 de Dezembro de 1980, José António Saraiva nunca teve a ousadia de publicar um dossier com as críticas dos naturopatas à vacinação obrigatória, nem um dossier sobre a Astrologia Histórico-Social que incomoda tanto os catedráticos e a grande burguesia em geral. Saraiva filtra a informação, como burguês de bom senso que é. E diz candidamente que «os jornalistas são livres em Portugal...». Livres até certo ponto, esqueceu-se de dizer...

Se Marisol Yagüe (evoca: Água) a corrupta alcadessa de Marbella, Espanha, não tivesse sido, anteontem, dia 13, sido libertada da prisão de Alhaurín de la Torre, sob fiança, apareceria ontem na RTP a entrevista a José António Saraiva (sugere: água, gelo) e teria ido Lurdes Rodrigues a Rio Maior?

f.limpo.queiroz@sapo.pt

(Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

Posted by f.limpo.queiroz at setembro 15, 2006 10:37 AM

marcar artigo