Líder parlamentar do PSD também não aceita aumento de impostos

19-09-2010
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O líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, afirmou hoje que os sociais-democratas não aceitam um aumento de impostos no Orçamento para 2011, depois de ser desafiado a esclarecer a posição do seu partido nesta matéria.

Durante o período das declarações políticas, no Parlamento, o Bloco de Esquerda, o CDS-PP e "Os Verdes" assinalaram a seguinte declaração do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, feita na quarta-feira à noite, em Bruxelas: "Não aceitaremos um maior aumento de impostos para o futuro sem que o Governo mostre que está realmente a reduzir a despesa".

Desafiado a esclarecer se o PSD tinha mudado de posição, admitindo agora que venha a haver um novo aumento de impostos, Miguel Macedo começou por dizer que as condições dos sociais-democratas para viabilizarem o Orçamento do Estado para 2011 "são conhecidas" e que "a bola está do lado do Governo".

"Em relação a esta matéria, não mudamos absolutamente nada", acrescentou.

No entanto, "Os Verdes", através da deputada Heloísa Apolónia, alegaram que Miguel Macedo não tinha respondido à questão: "Nós queremos ouvir que o PSD não aceitará aumentos de impostos".

"O senhor deputado Miguel Macedo vai fazer o favor de explicar claramente aos portugueses, com as palavrinhas todas", instou Heloísa Apolónia.

Miguel Macedo respondeu então: "Nós não aceitamos aumento de impostos no próximo Orçamento. Estou a repetir o que dissemos em Agosto". E insistiu que o Governo não está a cumprir o compromisso de descer a despesa.

Por sua vez, o líder parlamentar do PS, Francisco Assis, disse não querer que Miguel Macedo clarificasse as palavras de Passos Coelho para não as contrariar, considerando que "foram declarações responsáveis e sensatas", que manifestam "abertura" para as negociações do Orçamento do Estado para 2011.

"Um partido não é só responsável quando decide dar apoio ao aumento de impostos a pensar na situação do país", reagiu Miguel Macedo, defendendo que "é igualmente responsável quando", em nome da situação do país, "diz não a mais aumento de impostos".

"Não é a nós que têm de vir pedir responsabilidade. Os senhores é que não estão a cumprir aquilo que devem, não estão a cumprir a palavra que deram e a factura que os senhores estão todos os dias a deixar crescer é para ser paga pelos portugueses", acusou Macedo, afirmando que os socialistas não contarão para isso com "o silêncio e a conivência" do PSD.

O líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, afirmou hoje que os sociais-democratas não aceitam um aumento de impostos no Orçamento para 2011, depois de ser desafiado a esclarecer a posição do seu partido nesta matéria.

Durante o período das declarações políticas, no Parlamento, o Bloco de Esquerda, o CDS-PP e "Os Verdes" assinalaram a seguinte declaração do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, feita na quarta-feira à noite, em Bruxelas: "Não aceitaremos um maior aumento de impostos para o futuro sem que o Governo mostre que está realmente a reduzir a despesa".

Desafiado a esclarecer se o PSD tinha mudado de posição, admitindo agora que venha a haver um novo aumento de impostos, Miguel Macedo começou por dizer que as condições dos sociais-democratas para viabilizarem o Orçamento do Estado para 2011 "são conhecidas" e que "a bola está do lado do Governo".

"Em relação a esta matéria, não mudamos absolutamente nada", acrescentou.

No entanto, "Os Verdes", através da deputada Heloísa Apolónia, alegaram que Miguel Macedo não tinha respondido à questão: "Nós queremos ouvir que o PSD não aceitará aumentos de impostos".

"O senhor deputado Miguel Macedo vai fazer o favor de explicar claramente aos portugueses, com as palavrinhas todas", instou Heloísa Apolónia.

Miguel Macedo respondeu então: "Nós não aceitamos aumento de impostos no próximo Orçamento. Estou a repetir o que dissemos em Agosto". E insistiu que o Governo não está a cumprir o compromisso de descer a despesa.

Por sua vez, o líder parlamentar do PS, Francisco Assis, disse não querer que Miguel Macedo clarificasse as palavras de Passos Coelho para não as contrariar, considerando que "foram declarações responsáveis e sensatas", que manifestam "abertura" para as negociações do Orçamento do Estado para 2011.

"Um partido não é só responsável quando decide dar apoio ao aumento de impostos a pensar na situação do país", reagiu Miguel Macedo, defendendo que "é igualmente responsável quando", em nome da situação do país, "diz não a mais aumento de impostos".

"Não é a nós que têm de vir pedir responsabilidade. Os senhores é que não estão a cumprir aquilo que devem, não estão a cumprir a palavra que deram e a factura que os senhores estão todos os dias a deixar crescer é para ser paga pelos portugueses", acusou Macedo, afirmando que os socialistas não contarão para isso com "o silêncio e a conivência" do PSD.

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